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Serra também é adepto do KIT gay.

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O candidato a prefeito de São Paulo José Serra (PSDB) distribuiu para as escolas paulistas, em 2009, quando era governador, um material semelhante ao que o MEC (Ministério da Educação), na gestão de Fernando Haddad (PT), começava a elaborar para combater a homofobia nas escolas, segundo a Folha de S. Paulo. O Guia do Governo de SP é assinado por Serra, pelo então vice-governador Alberto Goldman e pelo então secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza. Até um dos vídeos recomendados pelo kit tucano, "Boneca na Mochila", é igual ao que o Ministério estudava divulgar. Destinado aos professores, o guia aconselha que eles mostrem aos alunos desenhos ou figuras de "duas garotas de mãos dadas, dois garotos de mãos dadas, uma garota e um garoto se beijando no rosto, dois homens se abraçando depois que um deles faz um gol e duas garotas se beijando". Logo depois, os professores deveriam perguntar aos alunos sobre as "sensações" que as imagens despertav...

Deputado Jean Wyllys tem ‘má fé extraordinária’, diz Marta Suplicy ao falar sobre PLC 122

Jean Wllys quer “ter plataforma eleitoral e ser o protagonista ao invés de ajudar”, diz senadora Suplicy. Criticada por ativistas gays que acusam-na de ter feito mudanças no PLC 122, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) se defende explicando os motivos que a levaram a alterar o texto original do Projeto de Lei 122/2006. Em entrevista a  Terra Magazine , a senadora dispara contra o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), coordenador na Câmara da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, que manifestou insatisfação com as mudanças no texto original. Wyllys chegou a afirmar em um outro site  que o substitutivo de Marta era “inócuo” e não atendia “às demandas da comunidade gay”. Nitidamente irritada, Marta rebateu o que considera uma “má-fé extraordinária”. - Tive que ceder aos acertos. Os acertos criaram coisas que não existem. Hoje, se você for discriminado no trabalho, vai reclamar para o bispo, porque não tem para ...

CAIO FÁBIO DE QUATRO

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Caio Fabio é condenado a quatro anos de prisão pelo caso “Dossiê Cayman” O Pastor Caio Fábio foi condenado pela Justiça Eleitoral a quatro anos de prisão pelo seu envolvimento no “dossiê Cayman”, que veio à tona durante as eleições presidenciais de 1998 numa tentativa de incriminação dos principais nomes do PSDB. A investigação do dossiê Cayman contou com a participação da polícia federal norte-americana, o FBI. Até agora, o único condenado foi o Pastor Caio Fábio, que é acusado de ser o mentor do dossiê. Como os documentos foram considerados falsos pela Justiça, Caio foi condenado por crime de calúnia, com o agravante de ter envolvido o nome do Presidente da República à época, Fernando Henrique Cardoso. Em sua versão, Caio Fábio nega que tenha elaborado o dossiê. A Juíza Léa Maria Barreiros Duarte afirmou na sentença, que o Pastor preparou todo o dossiê em Miami, com um grupo de empresários, na tentativa de vender as falsas denúncias aos adversários do PSDB. Na matéria divulgada pela ...