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Moody's tira grau de investimento do Brasil

Agência derrubou nota do país em dois 'degraus' de uma só vez.  Das 3 maiores agências, só Moody's não tinha tirado selo de bom pagador. A agência de classificação de risco Moody's rebaixou a nota do Brasil e tirou o grau de investimento – selo de bom pagador – do país nesta quarta-feira (24), como já era esperado. A nota do país caiu dois degraus de uma vez: passou de Baa3, o último nível dentro do grau de investimento, para Ba2, que é categoria de especulação. A agência também colocou o Brasil em perspectiva negativa, indicando que pode sofrer novo rebaixamento. Em nota, a Moody's afirma que o corte da nota foi influenciado pela maior deterioração das métricas de crédito do Brasil, em um ambiente de baixo crescimento, com expectativa de que a dívida do governo ultrapasse 80% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos três anos. A agência também aponta a "dinâmica política desafiadora" vai continuar a complicar os esforços de consolidação fis...

ECONOMIA DO PARAGUAI ESTÁ DANDO DE 18 X 0 NO BRASIL

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Vinicius Torres Freire Folha Desde que Dilma Rousseff assumiu o governo, o crescimento da renda per capita no Brasil foi ZERO. No Paraguai, de 18%. No rico Chile, 14,5%. Na tumultuada Argentina, 9%. Na região, o México é a economia de tamanho mais remotamente comparável à do Brasil, além de dividir conosco a penúltima colocação do campeonato do crescimento latino-americano desde 1990. Pois bem. A partir de 2011, o crescimento mexicano foi de 7%. Quem é o lanterna da América Latina no último quarto de século, entre as economias relevantes? Sim, é ela, Miss Venezuela, onde o PIB per capita não difere muito do que era em 1990 (o chavismo não é o único motivo do desastre, pois). É possível dourar a pílula do Brasil. Desconte-se o ano da desgraça de 2015, que o dilmismo considera arrebentado pela Lava Jato, pela China e pelo Sobrenatural de Almeida. De 2011 a 2014, o PIB por pessoa do Brasil cresceu 4,7%. No Paraguai, na Bolívia, na Colômbia, no Peru e no Uruguai, uns 17%. No ...

"A crise é mais forte, mas não significa que o mundo vai acabar", diz João Carlos

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Empresário participou nesta terça-feira (01) de debate com Geraldo Freire, na Rádio Jornal Como faz tradicionalmente há 25 anos, o presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, participou de debate com Geraldo Freire, na Rádio Jornal. A conversa nesta terça-feira (1º) contou com participação do editor de Economia do JC, Saulo Moreira, e da diretora de Jornalismo da Globo Nordeste, Jô Mazzarolo. Bem-humorado, o empresário falou sobre crise econômica e política, carga tributária, legado da Copa 2014, infraestrutura e mobilidade. “O resultado da Copa me surpreendeu para pior. Sou um otimista bem formado. Antes de decidirem construir a Arena Pernambuco eu já dizia que ela não era necessária. Não sou tricolor, mas defendia que um ajuste no Arruda já resolveria o problema para a Copa. O resultado foi que o pernambucano não se beneficiou”, diz. Com vivência de várias crises, João Carlos se diz preocupado com a dimensão que a recessão está tomando. “Desde os anos 60, ...