quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Deputados evangélicos do Pernambuco se posicionam contra "Nova Secretaria" que beneficiam o movimento LGBT

Bancada Evangélica - PE - O deputado e pastor Cleiton Collins (PP) foi o primeiro a subir à tribuna para protestar contra as propostas e recebeu o apoio de outros parlamentares da bancada evangélica.



Na última segunda-feira, 23/02, o deputado estadual e pastor Cleiton Collins (PP) se posicionou em seu discurso, no Estado do Pernambuco, contra fatores da nova pasta da Secretaria de Desenvolvimento Social que o governador Paulo Câmara (PSB) já anunciou que pretende criar.

Segundo o parlamentar que representou a bancada evangélica neste debate, a proposta traz em seu texto, projetos que privilegiam o movimento LGBT.

“O Executivo deveria se preocupar com temas como educação, saúde, combate às drogas e ao desemprego”, disse o parlamentar.

Outros deputados evangélicos apoiaram Collins, como no caso de Adalto Santos (PSB), que ressaltou a importância de que os direitos da família sejam preservados.

“É preciso respeitar as diferenças. Todos são iguais perante Deus”, relatou.

A proposta do governo é criar uma Secretaria Executiva para atender as minorias e inclui nesta lista, o movimento LGBT.

Na opinião do deputado Joel da Harpa (PROS), os homossexuais não nascem como minoria - o que é fato nos outros grupos previstos para serem defendidos pelo projeto. O parlamentar também destacou que a homossexualidade está ligada a orientação e não condição sexual: "podem optar por serem heterossexuais".

O deputado e pastor Cleiton Collins (PP) afirmou que a nova pasta da Secretaria de Desenvolvimento Social do Pernambuco traz propostas que privilegiam o movimento LGBT

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Universidades federais têm um terço dos recursos bloqueados pelo MEC



Falta dinheiro para serviços terceirizados e programas para estudantes.
Instituições vão cobrar uma resposta do governo esta semana.

As universidades federais começaram o ano com um corte de 30% no orçamento, e está faltando dinheiro para pagar serviços terceirizados e para programas para os estudantes.

O Bom Dia Brasil tem mostrado que a falta de recursos atinge a educação de várias formas. Agora as instituições vão cobrar uma resposta do governo esta semana. Isso porque a educação foi apontada como prioridade do governo.

A explicação do Ministério da Educação é que o orçamento de 2015 ainda não foi aprovado peloCongresso e, por isso, o governo tem que segurar os gastos.

Esta semana, reitores se preparam para ir a Brasília e cobrar providências do MEC. O principal argumento de reitores é que a educação é um serviço essencial para os brasileiros. Portanto, não deve receber cortes de verbas.

Mais um ano letivo, um novo orçamento - só que desfalcado - e alunos preocupados. “Se começar assim sem verba é complicado”, afirma um estudante.

“Tem prejuízo, claro que tem”, diz outro estudante.

Não é só na Universidade de Brasília, mas todas as universidades federais receberam neste início de ano 30% a menos do que estava previsto. “Já tem afetado várias universidades. Os serviços terceirizados, muitos não estão sendo pagos, assistência estudantil, problema de bolsa que começam a afetar academicamente as universidades”, afirma o presidente do Andes, Paulo Rizzo.

Na Federal da Paraíba, estudantes fizeram protesto, como mostram imagens de celular, em frente a reitoria para pedir o pagamento do auxílio alimentação.

Na Universidade de Campina Grande, também na Paraíba, não estão em dia água, luz, telefone, e falta dinheiro para pagar os alunos bolsistas. “Se nós estamos devendo bolsa de janeiro, isso nos preocupa. Significa dizer que nós podemos encerrar o segundo mês do ano sem pagar o primeiro”, afirma o reitor, José Edilson Amorim.

A Universidade Federal de São Paulo divulgou nota dizendo que com a redução dos repasses do governo, ‘a situação financeira das universidades federais, que em 2014 foi sofrida, passa a ser ainda mais difícil’. Afirma ainda que: ‘a reitoria e diretorias acadêmicas estão trabalhando para a manutenção dos serviços essenciais enquanto a política de contingenciamento vigorar. Mas não sabem ainda quais impactos isso produzirá sobre as atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo também o hospital universitário’.

Algumas já vinham com contas atrasadas desde o ano passado. Caso da UFRJ: o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, administrado pela universidade, chegou a fechar por alguns dias porque as empresas que fazem serviço de limpeza e conservação estavam sem receber há três meses.

Segundo a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, o Andifes, os reitores já estão refazendo o planejamento. “Estamos estudando cuidadosamente nosso orçamento para ver onde que seria possível ter algum corte”, afirma o presidente da associação, Targino de Araújo.

Ninguém do Ministério da Educação quis gravar entrevista. A assessoria informou que o MEC está em diálogo constante com as universidades e que a redução de 30% nos repasses é uma das medidas de ajuste fiscal. Segundo o governo, o corte será mantido até a aprovação do orçamento da União, que depende do Congresso.

Reitores têm uma reunião esta semana para discutir o problema e organizar uma vinda a Brasília. “A primeira iniciativa será solicitar, pela segunda vez, uma reunião com o novo ministro. Nossa ideia principal é que saúde e educação não pode entrar no contingenciamento orçamentário doGoverno Federal, porque são atividades essenciais”, ressalta o reitor da UFPB.

O MEC afirmou que a previsão de investimentos na educação neste ano será maior que no ano passado, um aumento de R$ 900 milhões.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

TENDÊNCIAS JUDAIZANTES

Tendências judaizantes são aquelas inclinações, dentro do movimento cristão, que procuram fazer as pessoas retornarem às praticas que eram ordenadas na Lei do Antigo Testamento. Em uma geração que os referenciais cristãos estão cada vez mais escassos, tem havido uma grande ascensão de doutrinas que acabam por confundir a sã doutrina do Evangelho.

De modo semelhante, em vários outros períodos bíblicos as pessoas passaram por momentos em que o referencial de adoração, conduta e doutrina havia sido – ainda que temporariamente – removido.

É exatamente isso que se pode ver, logo no início do livro de Gênesis, quando os habitantes da terra se afastaram completamente de Deus e o Seu juízo tragou a todos, salvando apenas o crente e fiel Noé (v. Gn. 6, especialmente o versículo 5, combinado com 2Pe. 2.5).

Da mesma forma, houve confusão generalizada na geração seguinte à geração de Josué, conforme se lê em Jz. 2.10-13 em que o povo, por falta de um padrão de conduta, abandonou a vida piedosa e retornou à prática do pecado. Ainda, é dito repetidas vezes no mesmo livro dos Juízes que “não havia rei em Israel e cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos” (v. Jz. 17.6). Isso é exatamente o que tem acontecido na atualidade: um povo sem uma direção sábia e comprometida com a Palavra de Deus sendo guiado pelo sabor da vontade de líderes inescrupulosos (v. Ef. 4.14, 1Tm. 4.1-2).

E quantos outros exemplos poderiam ser citados, como na época do fiel rei Josias, na qual o Livro da Lei fora novamente encontrado pelo sumo sacerdote Hilquias e uma reforma doutrinária foi promovida (2Re. 22-23)?

Desta maneira, percebe-se claramente que a confusão na conduta, doutrina e no culto cristão atual foi, e é causada pela ignorância das Escrituras (Os. 4.6) e pela má doutrinação e liderança cristã (2Pe. 2.1-2).

Nos dias de hoje, tornou-se extremamente comum a realização de “atos proféticos”: com o uso de instrumentos judaicos (p.ex. shofar) e a prática de “orar descalço” – em referência a Moisés que retirou suas sandálias por estar na Presença de Deus (Ex. 3.4-5) – a celebração de “festas judaicas” e a utilização de preceitos notoriamente da Lei, como a guarda do Sábado e a utilização de véus.

Será que o Evangelho de Cristo se tornou tão corriqueiro e monótono que novamente é necessário retirar inspiração “dos trapos de imundícia” das obras da Lei (Is. 64.6)? Será que a inspiração e direção Neotestamentária se tornou de tal forma esquecida na Igreja que é preciso retornar aos rudimentos envelhecidos e já inúteis do Antigo Testamento (Gl. 3.24-25)?

O crivo pelo qual todas essas “novas doutrinas judaizantes” devem passar é a doutrina dos apóstolos, conforme apregoado em Ef. 2.20: “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina”.

Pr. Paulo Júnior

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Evangélico vence petista na eleição da Câmara Federal

A Câmara dos Deputados elegeu domingo, em primeiro turno, o deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados pelos próximos dois anos. Com 267 votos, o peemedebista não precisou passar pelo segundo turno e derrotou Arlindo Chinaglia (PT-SP), Júlio Delgado (PSB-MG) e Chico Alencar (Psol-MG).

Liderando um bloco de 218 deputados, Cunha obteve um número ainda maior de votos.

Chinaglia recebeu 136 votos, enquanto Delgado ficou com 100 e o candidato do Psol, oito. O peemedebista saiu ainda mais fortalecido da disputa por ter conseguido indicar o primeiro vice-presidente e o primeiro secretário da Casa. Apesar de pertencer ao partido do vice-presidente Michel Temer, o triunfo de Cunha é uma derrota para o Palácio do Planalto, que entrou em peso na disputa na última semana para eleger Arlindo Chinaglia. Com uma candidatura lançada no início de dezembro, o peemedebista conseguiu reunir 14 partidos em torno de seu projeto, enquanto o PT atraiu apenas outras quatro legendas.

Além da presidência, o megabloco do PMDB terá prioridade para escolher três comissões para presidir antes do grupo liderado pelo PT.

Perfil – Nascido no Rio de Janeiro, Eduardo Consentino da Cunha, 56 anos, é economista, radialista e exerce a liderança do PMDB na Câmara dos Deputados. Apesar de representar um partido governista, o peemedebista provocou dores de cabeça no Palácio do Planalto ao contrariar interesses do governo em votações, como no Marco Civil da internet ou na medida provisória que estabelecia um marco regulatório para os portos.

No início de 2014, Cunha articulou a criação de um bloco informal de partidos insatisfeitos com a reforma ministerial e com a articulação política do Congresso. O grupo levou Dilma a sofrer derrotas no Congresso, como na criação da CPI mista da Petrobras.
Entre aliados, Cunha é considerado um notável articulador político que cumpre acordos. Sua campanha é baseada em um discurso de independência da Câmara, “nem de oposição nem de submissão”.

No discurso deste domingo, marcou a posição de independência ao dizer que a Câmara precisa ser desvinculada do Executivo. “Eu pergunto a vocês: um Presidente que fosse ligado ao Governo, com uma candidatura patrocinada pelo governo, colocaria em pauta para votar um decreto legislativo oriundo do Democratas que revogava um decreto da presidente da República extinguindo os conselhos populares?”, questionou.
Evangélico, é contrário ao aborto e usou sua posição como bandeira eleitoral em sua campanha para deputado no Rio de Janeiro. Em um artigo publicado em outubro do ano passado, considerou a prática uma “covardia contra a vida”.
Propostas

Entre as prioridades de Eduardo Cunha está em colocar o mais rápido possível em votação o segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento Impositivo, que obriga o pagamento de emendas individuais de deputados, verba encaminhada para projetos nos redutos eleitorais dos congressistas. O peemedebista também é favorável a estender o modelo para emendas de bancada.

Cunha também propõe a criação de uma nova comissão para tratar de políticas para pessoas com deficiência.

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