quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão

Ex-líder gay de jovens ressurge para contar seu dramático testemunho de conversão

(Por Patrick B. Craine) — Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.
Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

“Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

Traduzido por Julio Severo

1º Encontro de mulheres da CIBESCC





O NATAL E SEUS SÍMBOLOS

Antigamente, 25 de dezembro comemorava o: "Natal do Sol Invictus". Entre outras divindades festejava-se Mitra (deus dos persas), também chamado de "Luz Divina". Nessa data, havia festas e banquetes "sagrados". A Igreja Católica transicionou a “Festa do Natal do Sol Invictus” para Nata de Jesus! Portanto, o Natal não fazia parte das festas da Igreja Primitiva. Não foi invenção de Cristo nem dos apóstolos nem. É festa pagã adicionado ao calendário da Igreja via catolicismo.

Jesus, o Messias Verdadeiro, não nasceu no dia 25 de dezembro! Os apóstolos e a Igreja não ordenaram sua celebração. E o Natal como é celebrado não é cristão.

PAPAI NOEL OU NICOLAU OU SANTA CLAUS

São Nicolau foi Bispo de Mira (Lícia, Ásia Menor), tendo participado no Concílio de Nicéia, em 325 d.C. Ele era considerado “padroeiro” das crianças, estudantes, escravos, sentenciados, dos marinheiros, dos ricos e dos pobres, e também da Rússia. Era costume, no dia 06 de dezembro (dia de São Nicolau), os pais darem presentes às crianças dizendo que era São Nicolau que os trazia do Céu. Esse costume, aos poucos foi transferido para o dia de Natal. Papai Noel, São Nicolau ou Santa Claus, é a mesma pessoa. Nada a ver com Jesus.

A crença que Papai Noel entra pela chaminé, originou-se em antiga lenda escandinava, que apregoava que a deusa Herta aparecia na lareira e trazia as Boas Novas.

O COSTUME DE DAR PRESENTES

O costume da troca de presentes entre familiares e amigos, entrou na cultura via comércio, na época de Natal, nada tendo com o cristianismo. Isto não comemora nem honra o nascimento de Jesus Cristo! O presente dos magos indicava adoração e obediência. O “Natal” é comércio.

ÁRVORE DE NATAL

O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? A Bíblia nada fala sobre comemoração do Natal, não registra tal observância pelos apóstolos nem pela Igreja Primitiva. Logo, nada vai dizer sobre árvore de Natal! Isto parece surpresa para muitos, mas a árvore de natal vem do antigo Egito e das regiões próximas, muito antes da era natalina.

Ouça o profeta Jeremias: “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, porque os costumes dos povos são vaidade, pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífíce, com machado. Com prata e ouro o enfeitam, com prego e martelos o firmam, para que não se mova"(Jer. 10.2-6). Árvore de Natal é "caminho das nações". Deus nos proíbe de imitar ou seguir os caminhos dos povos! A árvore de Natal é símbolo de idolatria.

Antigamente, no dia 25 de "Tabete" (tabete corresponde a dezembro em nosso calendário), comemorava-se o nascimento de Tamuz, o deus jovem, filho de Marduk e Istar, em toda a Babilônia. Tamuz era venerado como vivificador da natureza e no seu aniversário toda a Babilônia era enfeitada com pinheiros, árvore predileta de Tamuz.

COROA DE AZEVINHO - GUIRLANDA

A guirlanda, conhecida como coroa de Natal, com a qual se enfeitam portas, é costume pagão da antiguidade. Nos lares dos filhos de Deus deve ter portas protegidas com o sangue do Cordeiro!

GLUTONARIA NATALINA

A glutonaria era tão estimulada nessas festas pagãs antigas, que havia um lugar reservado para vomitar. As pessoas comiam até vomitar e voltavam a comer. E hoje? Há um espírito pagão e consumista que pressionam as famílias para fazerem uma ceia. Por que comer e beber? Comer e beber é um sinal de aliança. O banquete dos solstícios (Sol Invictus) tinha início à meia noite. A que horas começa a ceia de Natal? Meia noite também. Celebrar o Natal com banquete, à meia noite, é sinalizar aliança com Tamuz, com Ninrode e os deuses babilônicos. Não podemos participar do cálice da bênção e da maldição (I Cor. 10:6-14).

ORIENTAÇÃO

Deus é misericordioso e nos orienta a cada dia. Podemos seguir alguns procedimentos:

1 - Lançar fora toda dependência sentimental da data do "Sol invictus" (25 de dezembro).

2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".(João 8:32).

3 - Nos livrarmos de todos os enfeites natalinos, por causa de suas origens.

4 - Não ficarmos sujeitos financeiramente às comidas. É um dia como qualquer outro.

5 – Resistir às “ofertas do Papai Noel” para gastar no Natal. Fuja das dívidas. Compremos o que é necessário. Mamon, demônio da riqueza, colocou na mente humana que as pessoas têm de fazer banquete nas festividades de fim de ano, ter casa nova, roupa nova, etc. "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um, e amar ao outro; ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas" (Mateus 6:24.).

6 - Aproveitemos a data "Andai em sabedoria para com os de fora, usando cada oportunidade" (Col. 4:5) para aprofundar relacionamentos com parentes e amigos, falando da necessidade do novo nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o presente que o “aniversariante" quer receber. Momento festivo leva pessoas a terem um coração aberto para ouvir de Jesus.

7 – Ser manso com quem não aceita a verdade sobre Natal e prefere seguir sentimento e tradições.

8 - Não confundir passagem do Ano com Natal. Podemos desejar feliz Ano Novo para alguém, mas não dizer o mesmo do Natal. Podemos dizer: “Que Jesus nasça no seu coração (família, vida)!

9 - "Não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2). "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento" (Oséias 4.6).