terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Com saída do pastor Marco Feliciano, bancada evangélica tenta manter presidência da Comissão de Direitos Humanos

O mandato do pastor Marco Feliciano à frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) na Câmara dos Deputados gerou interesse dos parlamentares da bancada evangélica, e a meta é que um de seus integrantes assuma quando Feliciano deixar o posto oficialmente.


Uma reunião para definir quais partidos assumirão a presidência das pastas em 2014 está marcada para o dia 03 de fevereiro, e a proposta da bancada evangélica é influenciar a direção das legendas a indicar deputados evangélicos para a CDHM.

De acordo com informações do portal Terra, a ideia da bancada é aproveitar os holofotes gerados pela passagem de Feliciano pela CDHM e tentar conseguir a mesma visibilidade do pastor assembleiano.

Feliciano assumiu a presidência da CDHM sob fortíssima pressão, e foi hostilizado por ativistas gays e outros manifestantes a deixar o posto. Resistente, o pastor se manteve no cargo com uma jogada política: ofereceu deixar o comando da pasta se os deputados João Paulo Cunha e José Genoíno (PT-SP) renunciassem a seus postos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), uma vez que haviam sido condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do mensalão.

Como 2014 é ano de eleições, a bancada evangélica espera que a divulgação das pautas da CDHM seja a mesma deste ano, e assim, possa atrair votos para seus integrantes. Um dos mais cotados para assumir a presidência da comissão é o deputado Marcos Rogério (PDT-RO), que é um dos aliados de Marco Feliciano.

GospelMais

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

4 MARCAS DE UM SERVO DE DEUS

1 Timóteo 6: 11-14

Um servo fie deve ser identificado por aquilo que ele:

1.     Foge – Ver. 9 e 10Amor ao dinheiro, Das paixões, da Carnalidade, aparência do mal

2.     Segue – Ver. 11justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.
1 Timóteo 6:11

3.     Luta – Ver. 12 Pela Fé

4.     Fiel – Ver. 13/14 Mantendo-se diante de Deus guardando estes mandamentos


Jesus é o exemplo de Servo Fiel

terça-feira, 4 de junho de 2013

1ª Rodada da Série D para os Pernambucanos

'Sou feliz sendo prostituta', diz campanha do governo

O Ministério da Saúde lançou no último fim de semana uma campanha infeliz sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), tendo como protagonistas as profissionais do sexo. Uma das peças ganhou destaque entre os vídeos e fotos divulgados nas redes sociais pela mensagem que trazia: “Eu sou feliz sendo prostituta”.

Após a repercussão negativa da campanha, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o material não passou pelo seu aval: "Do Ministério da Saúde, é papel ter mensagens específicas para estimular a prevenção das DSTs fundamentadas nas profissionais do sexo, que é um grupo bastante vulnerável".

"Enquanto eu for ministro, campanhas assim não vão passar pelo ministério", afirmou Padilha, cotado como candidato do PT ao governo de São Paulo nas eleições do ano que vem. 

Fiascos – A iniciativa surge logo após uma série de fiascos em campanhas de Saúde na gestão do petista. Em março deste ano, o Ministério da Saúde suspendeu distribuição de um material direcionado para o público adolescente e que tinha como tema a prevenção da aids. O kit era formado por seis revistas em quadrinhos e tratava de assuntos como gravidez na adolescência, uso de camisinha e homossexualidade. Na época, mais uma vez Padilha afirmou que a distribuição do material foi realizada sem o seu consentimento, além de não ter sido aprovado pelo conselho editorial. 

Em maio de 2011, mais um projeto foi suspenso. A própria presidente cancelou a entrega de um kit de combate à homofobia produzido pelos ministérios da Saúde e da Educação.O material foi produzido pela Oficina de Comunicação em Saúde para Profissionais do Sexo, realizada entre os dias 11 e 14 de março em João Pessoa (PB). O objetivo da ação é se “opor ao estigma da prostituição associada à infecção pelo HIV e aids” e celebrar o Dia Internacional das Prostitutas (2 de junho). 

No mês passado, o ministério gastou 10 milhões de reais em uma campanha que informava, de forma equivocada, que pessoas com problemas relacionados a planos de saúde particulares deveriam ligar para a Ouvidoria do SUS, que trata da saúde pública. A campanha precisou ser corrigida.

(Com Estadão Conteúdo)

segunda-feira, 3 de junho de 2013

FRACASSO DE PÚBLICO NA PARADA GAY SP 2013

O pastor Silas Malafaia criticou a realização da Parada Gay em São Paulo e as motivações políticas dos ativistas gays, dizendo que há manipulação de dados a respeito do número de participantes no evento.
Os organizadores do evento anunciaram que eram esperados 4 milhões de participantes, e ao final do evento, alegaram que devido à chuva, 3 milhões haviam comparecido. A Polícia Militar não realizou a medição de público no evento.

O número divulgado pelos organizadores, no entanto, apresenta uma diferença substancial em relação à medição de público realizada pelo Datafolha. Pelo segundo ano consecutivo, o instituto aplicou uma metodologia desenvolvida exclusivamente para aferir a quantidade de participantes em grandes eventos e manifestações públicas.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o público deste ano na Parada Gay foi 220 mil pessoas em média, 18,5% menor do que o de 2012, que havia sido de aproximadamente 270 mil pessoas.

No Twitter, o pastor Silas Malafaia ironizou o baixo público do evento e criticou veículos de comunicação, em especial os ligados às Organizações Globo, que superdimensionaram a quantidade de participantes.

“Parada Gay: Rede Globo, rádio Globo e CBN no sábado falaram que a parada ia ter mais de 3 milhões de pessoas. O que aconteceu? Fiasco. Tem mais… Jornal O Globo, às 19h disse que a Parada Gay tinha 400 mil pessoas. Se você acessar agora o número aumentou para 600 mil. Que vergonha! Ativistas gays só conseguem sobreviver da mentira e jornalismo tendencioso. Ano passado, o datafolha mediu o público da parada: 270 mil pessoas [...] Aí pessoal, do jeito que aumentam a cada hora o número da Parada Gay, talvez amanhã ao meio- dia chegue a 3 milhões”.


Confira o infográfico da Folha de S. Paulo com a medição realizada da Parada Gay:




segunda-feira, 20 de maio de 2013

Bancada evangélica age para barrar mudanças polêmicas no Código Penal

A bancada evangélica traçou como estratégia de atuação para este ano impedir a reforma do Código Penal. O temor é que, no rol das mudanças, atualmente analisadas por uma comissão especial no Senado, o Congresso flexibilize a legislação sobre temas que são caros aos religiosos, como aborto, eutanásia e a questão da homofobia, por exemplo.“Não vamos admitir nada que atente contra a família, a vida ou a liberdade de expressão ou religiosa”, disse o deputado Marcos Rogério (PDT-RO), um assíduo membro da frente parlamentar.

O esboço da reforma do Código Penal já havia sido feito uma seleção de juristas que durante sete meses se debruçaram sobre cada ponto. O anteprojeto foi entregue ao então presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em julho do ano passado. A partir disso começou a tramitar como projeto de lei do Senado (PLS 236/2012).

O relator, senador Pedro Taques (PDT-MT), que não faz parte da bancada religiosa, tem dado prosseguimento às discussões antes de fechar seu texto. Já fez inclusive convite ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, para emitir opinião sobre a reforma em audiência pública no Senado. O convite, segundo o senador, já foi aceito.

Na contramão das discussões, os evangélicos querem que tudo fique como está. O receio é de que a reforma aponte para rumos menos conservadores.

O senador Magno Malta (PR-ES) apressou-se em colocar em prática a estratégia tratada. Ele conseguiu aprovar na comissão especial um requerimento para se ouvir em audiência pública, o presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luiz D’Ávila. O senador quer cobrar explicações do médico sobre a proposta apoiada pelo CFM na qual o aborto não se configuraria crime caso fosse realizado até a décima segunda semana de gestação.

Essa seria mais uma exceção diante das já previstas na lei brasileira que admite o aborto em casos de gravidez resultante de estupro, quando há risco de morte para a mãe, ou diante da impossibilidade de vida do feto após o nascimento, como é o caso da anencefalia, questão julgada pelo STF.

Na discussão sobre a criminalização da homofobia, os evangélicos são acusados pelos movimentos sociais de tentarem manter o direito à discriminação em suas pregações, dentro e fora da igreja. Eles rebatem os argumentos dizendo que a criminalização da homofobia, como ocorre atualmente com o racismo, fere o direito de expressão e de culto religioso, expressos na Constituição. “Dizer que o homossexualismo não é aprovado por Deus faz parte da homilia, da pregação. Estamos falando e liberdade de expressão e religiosa. Isso não pode ser considerado um incentivo ao crime”, argumentou o deputado Marcos Rogério.

No discurso dos evangélicos, a reforma, como está sendo pensada, poderá até “legalizar a pedofilia”. “Não queremos essas mudanças. Essa reforma vai legalizar a pedofilia. Antes a punição para quem fazia sexo com crianças ou adolescentes referia-se a 16 anos, depois baixaram para 14 e agora querem baixar para 12”, apontou Marcos Rogério.

Embate com o governo

A forte atuação da bancada tem causado preocupação ao governo. Um dos temas que coloca os evangélicos contrários ao Planalto é o que trata dos castigos físicos impostos por pais aos filhos. A proposta é de autoria da ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCL) da Câmara no ano passado em caráter terminativo.

No entanto, falta votar a redação final para que o projeto siga para o Senado. Toda semana, a tropa evangélica se articula para não retirar o texto da pauta. Na alegação dos religiosos, acabar com a possibilidade de impor castigos físicos às crianças também acaba com o “pátrio poder”.

Outro tema que preocupa o governo é mudança na Constituição proposta pelo coordenador da bancada, deputado João Campos (PSDB-GO) que inclui as instituições religiosas entre as entidades com competência para questionar leis junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Essa possibilidade seria útil aos evangélicos para entrarem com Adins (Aguição de Inconstitucionalidade) em relação a leis aprovadas no Congresso.

Também é de autoria do deputado João Campos a proposta tenta invalidar duas resoluções do Conselho Federal de Psicologia que estabelece punições para profissionais que tratam a homossexualidade como doença. A proposta ficou conhecida como a que permite a “cura gay”.

Poder pentecostal

A contar pelo tamanho da bancada, nunca os religiosos tiveram tanto poder no Congresso. Nessa legislatura 73 parlamentares evangélicos tomaram posse, 70 deputados e três senadores. Eles conseguiram reverter o desfalque que amargaram nas eleições de 2006 quando a bancada se viu reduzida a 36 integrantes.

As últimas eleições demonstraram que a atuação religiosa rende votos. Dos 36 deputados, 34 foram reeleitos e a eles se somaram 39 novos parlamentares evangélicos. Após as eleições municipais do ano passado, o grupo se assentou em 68 deputados e 3 senadores.

Neste ano, dois dos seus representantes assumiram cargos de liderança de suas bancadas. O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), da igreja Sara Nossa Terra, é um dos principais articuladores do grupo e da chegada do polêmico deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. O ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho assumiu a liderança de seu partido, o PR.

Além das lideranças partidárias, o poder dos evangélicos também se faz forte no comando da Comissão de Legislação Participativa, sob a presidência do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), que tem grande trânsito junto a líderes de outros partidos e ao Palácio do Planalto.

O grupo também ficou com 18 das 132 vagas da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Um número que não representa a maioria, mas que faz diferença ao se aliarem a outra bancada poderosa, a ruralista, nas votações de matérias que tratam da questão territorial, principalmente envolvendo comunidades indígenas e quilombolas. Na comissão de Ciência e Tecnologia, responsável por analisar as concessões de rádio e televisão, a bancada evangélica ocupou 14 das 42 vagas.

O grupo é liderado pela Assembleia de Deus que tem 22 representantes e a coordenação da bancada nas mãos do deputado João Campos (PSDB-GO). A bancada conta ainda com 11 representantes da Igreja Batista, 8 da Igreja Presbiteriana, um da Igreja Universal, 3 da Igreja Quadrangular e 3 da Igreja Internacional da Graça de Deus. Outros 14 deputados pertencem a outras instituições religiosas menores.


sábado, 11 de maio de 2013

PAPA: Uma visitinha de 118 Milhões.

O papa Francisco virá ao Rio e Aparecida (SP) no próximo mês de junho, e isso custará R$ 118 milhões em gastos públicos, incluindo verba federal, estadual e municipal. A contabilidade foi feita pelo jornal "O Globo" e publicada em sua edição deste sábado (11).

Só o governo federal desembolsará R$ 62 milhões, sendo que R$ 30 milhões serão só para as ações de segurança ao redor do sumo pontífice. O efetivo será de 10.700 homens, com a maioria dele sendo das Forças Armadas. A Igreja vai colaborar com a contratação de 2.000 seguranças particulares.

A Prefeitura do Rio e o governo estadual gastarão R$ 28 milhões cada um de seus orçamentos para a vinda papal.

As autoridades justificam o gasto por conta da mobilização popular para o evento --a visita do papa faz parte da 26ª Jornada Mundial da Juventude, que acontece de 23 a 28 de julho no Rio. A expectativa é que dois milhões de peregrinos se desloquem para a cidade.

Entre os gastos estão também as 4 milhões de hóstias que serão distribuídas durante os seis dias da Jornada. Elas serão fabricadas por seis fornecedores em todo o país.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Estado Laico

Estado laico – Anthony Garotinho, um dos expoentes da bancada, afirma que a laicidade - separação do poder político e administrativo da religião - do estado é uma bandeira dos protestantes. "O que não pode é misturar a sua fé com a laicidade do estado", diz.

O ex-governador do Rio de Janeiro é um curioso caso de político que mudou de eleitores ao longo da carreira: até 1994, quando se converteu e passou a integrar a Igreja Presbiteriana, ele se definia como marxista.

Embora possa parecer contraditória, a defesa da laicidade é uma bandeira antiga dos deputados evangélicos. Antes de temas como a união de pessoas do mesmo sexo ganharem espaço no Congresso, um dos principais alvos dos protestantes eram a Igreja Católica, que eles viam como privilegiada pelo poder público.

A presença dos evangélicos no Congresso é apenas o resultado de uma realidade demográfica: o rápido crescimento das religiões evangélicas, especialmente as pentecostais, deve resultar em uma consolidação da presença de pastores protestantes no poder. A bancada evangélica, aliás, permanecerá em evidência nos próximos dias. 

A pressão para que Marco Feliciano deixe a presidência da Comissão de Direito Humanos continua crescendo. Ele diz que não abrirá mão do cargo. Mas, se isso acontecer, os parlamentares de partidos de esquerda que protestam contra o pastor não devem ficar muito animados: os deputados evangélicos permanecerão sendo maioria na comissão. Sinal de novos tempos no Congresso.

Fonte: Veja

Frente Parlamentar Católica?

Ao contrário dos evangélicos, os parlamentares católicos não compõem uma frente parlamentar. Mas a bancada se organiza informalmente. Entre os deputados que pertencem à Igreja, os mais ativos são os ligados ao movimento da Renovação Carismática – um equivalente ao movimento pentecostal nas igrejas protestantes. Apesar de não se organizarem em um grupo oficial, os católicos são os criadores da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e contra o Aborto, presidida pelo deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP). O grupo, engrossado por evangélicos, conta com 220 deputados e doze senadores.

sábado, 6 de abril de 2013

O PT e Dilma assumem posição de perseguidores da igreja evangélica e abrem mão dos votos para 2014

O pastor Silas Malafaia, que se tornou também alvo da militância que pretende tirar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, escreve na Folha de hoje um artigo sobre o tema. Encerra o texto com uma conclusão: “PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.”

Seguem trechos do texto.
Por que tanta pressão para que Marco Feliciano não continue na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados? Discordar é um direito, porém não podemos ser contra alguém em tudo só porque não gostamos dessa pessoa.

Eu mesmo tenho divergências com Feliciano, mas não permito que as diferenças se sobreponham ao meu senso de justiça e caráter. E, por trás dessa perseguição que mobilizou a opinião pública e a imprensa, sei que existe um sórdido jogo político para esconder questões sérias.
(…)
Toda essa mobilização [contra Feliciano] tinha um motivo maior: desviar os holofotes do PT. Afinal, enquanto se discutia a posse de Feliciano na CDHM, dois deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão, João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP), tornaram-se membros da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a mais importante comissão da Câmara.

No currículo desses parlamentares do PT constam condenações por corrupção. Mas, a imprensa se voltou apenas para o caso do deputado que fez declarações infelizes (…).

Independentemente de concordar ou não com as declarações de Feliciano, não posso esquecer que ele foi eleito pelo povo e que tem o direito de expressar a sua opinião, sendo resguardado pelo inciso IV, do artigo 5º da Constituição Federal. Mais do que isso, a Carta Magna lhe garante o direito à liberdade religiosa (incisos VI e VIII do mesmo artigo) (…)

Pergunto: se a oposição pode acusar os que discordam deles de homofóbicos e racistas, por que o povo evangélico não pode chamar essa perseguição de evangelicofobia? Dentro desse Estado democrático de direito, onde a maioria é cristã, a democracia só vale para a minoria? O fato é que os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate. Pode-se falar mal do presidente da República, do Judiciário, dos católicos, dos evangélicos, mas, se criticarmos a prática homossexual, somos rotulados de homofóbicos.

O crime de opinião já foi extinto de nosso país com o fim da ditadura militar. (…) Diante dessas manifestações, só podemos chegar a uma conclusão: PT e Dilma Rousseff estão sinalizando que abrem mão da comunidade evangélica nas próximas eleições.

Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 20 de março de 2013

Pressão de manifestantes leva comissão a suspender debate

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias suspendeu a audiência pública marcada para esta quarta-feira (20) devido à manifestação de movimentos contrários à presença do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da comissão.

Os deputados Nilmário Miranda (PT-MG) e Érika Kokay (PT-DF) deixaram a reunião em protesto contra a atitude da presidência em manter a normalidade dos trabalhos enquanto a comissão atravessa uma grave crise.

O deputado Henrique Afonso (PV-AC) que havia solicitado o debate e presidia a sessão lamentou a atitude dos manifestantes que por “intolerância não estão dando uma chance para que o Pastor Marco Feliciano mostre seu empenho na defesa dos direitos humanos”.

Henrique Afonso lamentou que a discussão do tema do tratamento de pessoas com deficiência mental tenha sido prejudicada por falta de condições de trabalho.
Reportagem - Karla Alessandra
Edição - Rachel Librelon

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

sexta-feira, 15 de março de 2013

Quem é quem?

O deputado federal Marco Feliciano, de fato, não representa os evangélicos como um todo, haja vista ter deixado a desejar quanto à ortodoxia, além de ter feito declarações um tanto infelizes. Ele tem sido criticado por muitos pastores e apologistas. Eu mesmo — reconheço — já critiquei sua conduta como pregador, de modo indireto, por meio de livros e artigos.

Por outro lado, quem disse que o CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil) nos representa? A grande mídia tem divulgando que os evangélicos rejeitam o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, com base numa manifestação de repúdio a Feliciano emitida pelo tal CONIC. Para quem não sabe, esse conselho — que é ecumênico e nada tem a ver com o evangelicalismo ortodoxo — fala em nome, apenas, de alguns representantes da Igreja Católica Apostólica Romana, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia e da Igreja Presbiteriana Unida. 

Feliciano pode não agradar a muitos evangélicos. Mas há muita gente, de várias igrejas, especialmente da Assembleia de Deus, que o apoia. E é bom dizer que ele foi eleito com mais de 210 mil votos, enquanto o seu maior oponente, um cômico deputado BBBrasileiro com nome de carro antigo, o qual é bastante afinado com o CONIC, recebeu pouco mais de 13 mil votos, apenas.

Em outras palavras, chega a ser cômica a maneira como a grande mídia evangelicofóbica manipula as informações em favor do ativismo LGBTUVWXYZ e em detrimento do evangelicalismo, sugerindo que a maioria das igrejas evangélicas brasileiras considera Marco Feliciano racista e homofóbico. Ora, ele pode ter os seus defeitos, porém está longe de ser o que dizem que ele é.

Julguemos, pois, todas as coisas segundo a reta justiça (Jo 7.24), e não de modo calunioso ou difamador (Mt 7.1,2).

Por: Ciro Sanches Zibordi

quarta-feira, 13 de março de 2013

Grupo Gay agride católicos em Curitiba

Cerca de 40 anos atrás a organização laica de inspiração católica Tradição, Família e Propriedade (TFP), baseada em São Paulo atingiu seu auge, chegando a contar com mais de 1 milhão de correspondentes e simpatizantes espalhados pelo Brasil.

Com as mudanças que o país passou, ela perdeu apoio e desapareceu, como tudo que podia ser identificado com o período de ditadura. Mas sua essência resiste sob o nome do Instituto Plínio Correia de Oliveira (IPCO), uma homenagem ao seu fundador.

Em meados de janeiro, um grupo do IPCO de Curitiba fez uma manifestação pública pacífica no centro da cidade, intitulada “Cruzada pela Família”. Qual não foi a surpresa quando se viram literalmente atacados por militantes gays, que tentaram de tudo para calar essa voz discordante do “politicamente correto”.


Um vídeo com imagens do ocorrido está circulando na internet e suscitando todo tipo de reação. O mais assustador é que os militantes gays, que geralmente reclamam da violência, dessa vez são os agressores. Ofensas, gestos obscenos, cusparadas, provocações, empurrões e até uma pedrada tiveram como resposta apenas orações e silêncio.

A proposta do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira é fazer “Cruzadas pela Família” em todo o Brasil, manifestando-se de forma ordeira e pacífica contra as leis de aborto e contra a agenda do movimento homossexual que a cada dia parece se fortalecer no país.

O jovem do Instituto que ficou ferido precisou ir ao hospital e receber três pontos de sutura na cabeça. Ele registrou o ocorrido na 1.º DP de Curitiba. O incidente teve repercussão em jornais do Paraná e foi noticia inclusive em sites americanos.

O IBGE divulgou os dados do Censo de 2010 sobre a religião (ou a não religião) declarada dos brasileiros. (2012)

O Brasil ainda é a maior nação católica do mundo, mas, na última década, a Igreja teve uma redução da ordem de 1,7 milhão de fieis, um encolhimento de 12,2%. Os dados são da nova etapa de divulgação do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A tendência de redução dos católicos e de expansão das correntes evangélicas era algo esperado. Mas pela primeira vez o Censo detecta uma queda em números absolutos. Antes do levantamento de 2010, o quadro era apenas de crescimento de católicos em ritmo cada vez menor. Mantida essa tendência, em no máximo 30 anos católicos e evangélicos estarão empatados em tamanho na população. Os números mostram uma redução acentuada de poder da Igreja Católica no país nas últimas décadas: a mudança foi lenta entre 1872 e 1970, com perda de 7,9% de participação no total da população ao longo de quase um século; e tornou-se acelerada nos últimos 20 anos, quando a retração foi de 22%.

“O impacto dessa mudança é grande para a Igreja Católica. A Rússia teve revolução e permaneceu ortodoxa. Os Estados Unidos, mesmo com a Guerra Civil, se mantiveram protestantes. Entre os países grandes, mudanças assim só ocorreram em consequência de de guerras e revoluções. No Brasil, a revolução é silenciosa”, diz José Eustáquio Diniz, demógrafo da Escola Nacional de Estatísticas.

Se em 1970 havia 91,8% de brasileiros católicos, em 2010 essa fatia passou para 64,6%. Quem mais cresce são os evangélicos, que, nesses quarenta anos saltaram de 5,2% da população para 22,2%. O aumento desse segmento foi puxado pelos pentecostais, que se disseminaram pelo país na esteira das migrações internas. A população que se deslocou era, sobretudo, de pobres que se instalaram nas periferias das regiões metropolitanas. Nesses locais, os evangélicos construíram igrejas no vácuo da estrutura católica.

“Houve uma mudança na distribuição espacial das pessoas. A Igreja Católica é como um transatlântico, que demora muito para mudar um pouquinho a rota, devido ao tamanho de sua estrutura burocrática. Já os evangélicos são como pequenas embarcações”, explica Cesar Romero Jacob, cientista político da PUC-Rio. A analogia apresentada por Jacob se aplica com perfeição à comparação entre o tempo e o custo para se ordenar um padre e o período de formação de um pastor, algo que ocorre em menos de três meses. “Não existe espaço vazio”, resume.

Nas periferias, na ausência do estado e da Igreja Católica, os pentecostais atuaram como guias espirituais e como figuras centrais do assistencialismo. “As evangélicas pegaram fieis onde a Igreja Católica não tinha se preparado para arregimentar a nova população, e adaptaram a mensagem para diversos públicos”, diz Eustáquio Diniz.

Família
A preservação da família é um dos motivos que, segundo Jacob, serve para explicar o crescimento da Assembleia de Deus no país. De acordo com o censo de 2010, ela é o maior segmento evangélico, com 12 milhões de fiéis, e o segundo maior do Brasil, atrás da Igreja Católica. Em comparação com a igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, que perdeu 228 mil fiéis nos últimos 10 anos e hoje tem 1,8 milhão de arrebanhados, a Assembleia de Deus prega valores morais mais rígidos.

“Nos anos 90, época de expansão da favelização, a mãe não queria a desestruturação da sua família, o que a Assembleia não deixa”, explica Jacob, lembrando-se da proibição, por exemplo, de bebidas alcoólicas e de roupas femininas mais insinuantes. A favelização e a ocupação das periferias são resultado da migração dos anos 80 e 90, que deixou de ser motivada pela possibilidade de ascensão social e passou a acontecer pela expulsão das pessoas do campo, em sua maioria pobres. As correntes pentecostais acompanharam esses deslocamentos e, ainda na década de 90, entraram maciçamente na política.

A política se tornou um instrumento de crescimento da própria igreja pentecostal ou do pastor. “É uma população com baixa renda e escolaridade. Entre pessoas independentes economicamente e bem formadas fica mais difícil o voto de cabresto”, afirma Jacob. A pesquisa do censo revela que, apesar de os pentecostais crescerem na população pobre e de baixa renda, na última década se fez presente também na nova classe média. “A “teologia da prosperidade” é um dos fatores desse processo”, diz Eustáquio Diniz.

Detalhes regionais e etários
Nos últimos 10 anos, manteve-se estável a proporção de cristãos. Isso indica tanto uma migração de católicos para as correntes evangélicas e para outras religiões. O segmento dos sem religião também cresceu percentualmente, e chegou a 8% da população em 2010. O contingente de católicos foi reduzido em todas as regiões e se manteve mais elevado no Sul e no Nordeste. O Norte foi onde houve a maior redução relativa dos católicos.

Quanto à faixa etária, a proporção de católicos foi maior entre as pessoas com idade superior a 40 anos. Segundo o estudo, isso é decorrente de gerações formadas durante os anos de hegemonia católica. Já os evangélicos pentecostais têm sua maior proporção entre as crianças e os adolescentes, sinalizando uma renovação da religião. O grupo com idade mediana mais velha é o dos espíritas (37 anos) que cresceu na última década e chegou a 3,8 milhões de pessoas, sobretudo nas regiões Sudeste e Sul. Os espíritas são os que apresentaram melhores indicadores, como a maior proporção de pessoas com nível superior completo (31,5%).



Blog
Reinaldo Azevedo

sábado, 9 de março de 2013

Deputado Marco Feliciano responde por homofobia e estelionato no STF


O novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), é alvo de dois processos no Supremo Tribunal Federal (STF): um inquérito que o acusa de homofobia e uma ação penal na qual é denunciado por estelionato. A defesa do parlamentar nega as duas acusações.
O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) (Foto: Alexandra Martins/Agência Câmara)O deputado federal e pastor Marco Feliciano
(PSC-SP) (Foto: Alexandra Martins/Agência Câmara)
A eleição do parlamentar para o cargo ocorreu em sessão fechada, sob protestos de manifestantes.

Feliciano foi denunciado em janeiro pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que considerou homofóbica a mensagem do deputado no microblog Twitter com a frase "A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à rejeição". Mas como não existe crime de homofobia, o procurador enquadrou o ato como crime de discriminação, com pena de um a três anos de prisão.

O relator do inquérito é o ministro Marco Aurélio Mello. Ele ainda precisa levar o caso ao plenário, que decidirá se abrirá ação penal e transformará o parlamentar em réu.

Para Gurgel, a fala "revela o induzimento à discriminação". "A expressão de pensamento postada na rede social pelo denunciado Marco Antônio Feliciano, no dia 30 de março de 2011, ou seja, em um canal da mais ampla divulgação possível, revela o induzimento à discriminação dos homossexuais em razão de sua orientação sexual", afirma o procurador na denúncia.
"Foi burburinho de entidades. Foi a interpretação religiosa de um trecho da Bíblia. Para o MPF, não houve racismo. Acreditamos que não vá prosperar também a denúncia de homofobia."
Rafael Novaes da Silva, advogado do deputado Marco Feliciano (PSC-SP)
No mesmo processo, o procurador citou outros posts no qual o parlamentar fala sobre raças, como: "Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é a polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters rsss", diz o post. Para Gurgel, Feliciano não poderia responder por racismo porque a frase está "no limite entre a ofensa à raça negra e a liberdade de expressão".

O inquérito tem 62 páginas e não há previsão para o caso ser avaliado pelo plenário. Segundo o andamento processual, Feliciano foi notificado pelo Supremo do processo na quarta (6).

O advogado Rafael Novaes da Silva, que defende o deputado, afirmou ao G1 que a denúncia não vai prosperar. "Foi burburinho de entidades. Foi a interpretação religiosa de um trecho da Bíblia. Para o MPF, não houve racismo. Acreditamos que não vá prosperar também a denúncia de homofobia."

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Marina tenta conseguir mais assinaturas pela net para fundar novo partido



De hoje até sábado, a intenção dos apoiadores de Marina Silva pretendem reforçar nas redes sociais a campanha para conseguir o número mínimo de assinaturas. São cerca de 480 mil. A lei de funcionamento dos partidos políticos diz que, para a criação de uma nova legenda, é preciso conseguir pelo menos o apoio de 0,5% dos votos válidos dados na última eleição para a Câmara.

A intenção é usar a mobilização virtual também para estruturar o manifesto do novo partido, do programa partidário e do estatuto. Além disso, será pelas redes sociais que o nome da agremiação será decidida. Entre as possibilidades, está o Rede. A ideia de Marina é evitar o “profissionalismo” das atuais siglas e dar um peso maior para a participação da sociedade. “Queremos voltar um pouco ao tempo que um partido é um conjunto de ideias e não conjunto de interesses”, afirmou.

Até o momento, Marina Silva, ex-senadora, ex-ministra do Meio Ambiente e candidata à presidência da República em 2010 com 20 milhões de votos, é a maior estrela do partido. Entretanto, a ideia é ter uma estrutura mais horizontal e com maior igualdade de gênero do que as legendas atuais possuem. “É um partido para trabalhar a questão da ética e da sustentabilidade. Um envolvimento doutrinário que é possível reformar a política”, completou.

Fonte: Blog do Mário Flávio

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Silas Malafaia bate o record da "média" de audiência no De frente com Gabi

O pastor Silas Malafaia publicou em seu site um agradecimento às pessoas que acompanharam suaentrevista ao programaDe Frente com Gabi, no SBT, no último domingo, 03 de fevereiro.

A polêmica entrevista na visão de muitos pastores foi, na opinião de Silas Malafaia, uma forma de mostrar a realidade vivida pelo povo evangélico: “Tenho convicção que minha ida ao programa da Gabi tem haver não comigo, mas sim com o povo de Deus que durante muito tempo sempre foi motivo de deboche, preconceito, e zombaria de grande parte da imprensa. Como Deus sempre usa alguém, na verdade é como se todo o povo evangélico estivesse ali debatendo com a Gabi”, afirmou o pastor.

O próprio Malafaia afirma que “nem tudo respondemos de maneira 100% como devia”, mas ressalta que a seu ver, “o evangelho não foi envergonhado”.

Segundo o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), o programa obteve grande audiência: “O produtor do ‘De Frente Com Gabi’ nos informou que este foi o programa de maior audiência em toda a história. Batemos o recorde! A Deus seja a honra e a glória!”, escreveu.

O De Frente com Gabi, que foi ao ar entre 0h02 à 1h00, obteve 6.3 pontos de média, contra 5.9 da emissora que ficou em terceiro lugar, e 12.2 da primeira, segundo informações do TV Foco. A média de audiência da entrevista de Silas Malafaia foi superior à participação do cantor Luan Santana, que havia alcançado 6.0 pontos de média. Porém, segundo o SBT, os picos da entrevista do sertanejo chegaram a 9.0 pontos. 

Confira abaixo a íntegra do agradecimento do pastor Silas Malafaia, publicado em seu site:

Quero ser bem sucinto.
Obrigado pelo apoio de todos e pela oração. Tenho convicção que minha ida ao programa da Gabi tem haver não comigo, mas sim com o povo de Deus que durante muito tempo sempre foi motivo de deboche, preconceito, e zombaria de grande parte da imprensa. Como Deus sempre usa alguém, na verdade é como se todo o povo evangélico estivesse ali debatendo com a Gabi.
O produtor do “De Frente Com Gabi” nos informou que este foi o programa de maior audiência em toda a história. Batemos o recorde! A Deus seja a honra e a glória!
Creio que apesar das minhas limitações, e nem tudo respondemos de maneira 100% como devia, tenho convicção que o evangelho não foi envergonhado, e o mais importante: Deus foi glorificado! Que venham outros!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Biografia: Frederick Douglass - De escravo à Diplomata!

Frederick Douglass nasceu escravo, numa cabana em Maryland, EUA, em 1818, aos 12 anos foi transferido como escravo para a família dos Auld, em Baltimore. Sophia Auld, a esposa de seu novo proprietário, não era uma figura qualquer. Sem que o marido soubesse, e desafiando uma lei, ela ensinou o garoto a ler e escrever. Por meio de Sophia, Douglass descobriu o "The Comumbian Orator", uma coletânia escolar de discursos patrióticos e poemas nos quais ele encontrou a idéia de igualdade entre os seres humanos. Nos anos seguintes teve diferentes proprietários e chegou a ensinar dezenas de escravos a ler o Novo Testamento em aulas dominicais numa igreja negra. Em 1838, na segunda tentativa, conseguiu fugir disfarçado doe marinheiro, por trem e vapor, para New Bedford, Massachussets onde se tornaria um dos mais importantes líderes abolicionistas dos EUA.

Douglass colaborou com a Sociedade Americana Antiescravista, escreveu uma autobiografia precoce que fez enorme sucesso, visitou a Irlanda e a Grã-Bretanha, publicou jornais abolicionistas, conseguiu oficializar a sua condição de homem livre. Um dos jornais que ele criou foi o "North Star", que tinha como frase "o Direito não tem sexo -a Verdade não tem cor - Deus é o pai de nós todos e somo todos irmãos".

A vida pessoal de Douglass Frederick foi marcada pelo casamento com Helen Pitts, uma feminista branca de Nova York, desafiando o tabu que pesava contra uniões inter-raciais. Ele também se aliou ao presidente dos EUA, também evangélicom Abraham Lincon na luta pelo fim da escravidão e pelos direitos humanos na Guerra Civil americana em 1863. Defendeu o suflágio Universal e os direitos das mulheres, apoiou iniciativas de repressão à Ku Klus Klan e serviu em postos diplomáticos no Haiti e na República Dominicana. Em 1876, pronunciou seu mais comovente discurso na cerimônia da inauguração do Memorial à Emancipação, em Washigton. Enfim ele é um grande líder cristão na política, um homem que mostrou pelas suas ações o que é servir o povo, lutar pela justiça e superar as adversidades da vida, levando a bandeira de Cristo!

Que o Brasil tenha muitos Frederich Douglass, fica aqui a oração!

Fonte de alguns trechos: MAGNOLI, Demétrio,Uma gota de Sangue - História do Pensamento Racial, Ed, São Paulo, Contexto,2009

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Lutar ou Fugir

A resposta "lutar ou fugir" é uma reação instintiva acionada quando uma pessoa enfrenta perigo. Vem uma explosão de adrenalina enquanto o coração bate mais rápido, capacitando a pessoa a ficar firme e lutar ou a virar as costas e correr. Independente da decisão instantânea, seja lutar ou fugir, o resultado desejado é a sobrevivência.

Esta reação é dada para a nossa segurança física. E como fica a segurança espiritual? Através da Bíblia, Deus mostra ocasiões em que se deve ficar firme e lutar, e outras situações em que se deve sair correndo o mais rápido possível.

A luta. Paulo disse para Timóteo: "Combate o bom combate da fé" (1 Timóteo 6:12; 1:18). A batalha de Paulo, porém, não foi com espadas e lanças. Ele lutou contra "muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição" (1 Timóteo 6:9). Esta é uma batalha mental e espiritual. A chave para vencer esta guerra é controlar todos os desejos, pensamentos e atos.

estudosgospel.com.br

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O novo desafio de Marina

A pouco mais de um ano das eleições presidenciais, os principais partidos e pré-candidatos à sucessão da presidenta Dilma Rousseff já começam a movimentar as peças no tabuleiro político. Nas próximas semanas, será a vez da ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, Marina Silva, entrar definitivamente no jogo eleitoral. Terceiro lugar na disputa de 2010 com quase 20% de votos, Marina estava reclusa desde o rompimento com o Partido Verde, há dois anos. Agora, pressionada pelo projeto político de concorrer ao Planalto em 2014 e pelo calendário eleitoral, que obriga os candidatos no próximo pleito a se filiarem a alguma agremiação partidária até um ano antes das eleições, Marina abraçou o pragmatismo e decidiu correr para fundar sua própria legenda.

A ex-senadora marcará oficialmente sua volta à cena política no dia 7 de fevereiro, em Brasília, quando, ao lado dos militantes do Movimento Social Nova Política, fará a primeira reunião para decidir sobre os rumos da sigla a ser criada – o 31º partido brasileiro. “Não poderia me omitir diante do legado consistente que temos e que está propondo algo que, se não é um novo caminho, pelo menos é uma nova maneira de caminhar na política”, justifica Marina. “É preciso pensar a política para enfrentar a crise civilizatória que o mundo está vivendo”, filosofa ela.

Antes, porém, Marina precisará enfrentar um princípio de crise no próprio grupo destinado a discutir a nova legenda. É que entre eles há os que trabalham contra a criação do partido. São os internamente chamados de “sonháticos”. No que depender dessa corrente do Movimento Social Nova Política, o grupo deveria apenas debater e apresentar propostas alternativas para o País, sem enveredar pela fundação de mais uma sigla. Do outro lado da trincheira estão os pragmáticos, onde se encontra Marina e aliados. “Essa polêmica será resolvida em Brasília. E, com certeza, será aprovado o surgimento do partido”, avalia Ricardo Young, atualmente vereador do PPS na capital paulista. O único consenso até agora é o foco na sustentabilidade.

Da Revista Istoé

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Eddie Murphy dividirá programa com Xuxa nas manhãs da Globo

Após o recente fracasso de audiência na renovação de sua programação matinal, a Rede Globo já está preparando mais mudanças radicais. A vexatória derrota no Ibope para a exibição de desenhos animados em outras emissoras fez a maior rede de tevê do país empreender uma mobilização maciça de sua equipe de analistas com o fim de resgatar a aura infantil em sua grade. “Nós nos debruçamos durante semanas sobre os dados da audiência das últimas décadas. Queríamos encontrar uma atração que pudesse ser repetitiva sem ser monótona, além de, claro, atrair telespectadores”, disse o diretor de resgate de audiência, Eduardo Faulkner. A pesquisa revelou uma excêntrica fidelidade do público em relação a duas personalidades cuja aparições excessivas já deveriam tê-lo saturado. “O resultado é um novo programa estrelado por Eddie Murphy e Xuxa”, revelou Faulkner. O nome mais cogitado para a atração seria “Alopra Xou”, no qual Murphy deverá encarnar diversas personagens, como os consagrados Dr. Doolittle e Professor Aloprado, e contará com a voz de Mário Jorge Andrade, seu dublador oficial. Detalhes sobre a atuação de Xuxa ainda não foram revelados, mas está quase certo de que retomará a abertura clássica de seus programas chegando em uma nave espacial envolta por fumaça de gelo seco.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

A OBRA DO ESPÍRITO SANTO NA PESSOA DE JESUS

 * O Espírito Santo renovou e vivificou, através dos séculos, a promessa de Deus de enviar o Messias (cf. Gn 3.15; 1 Pe 1.9-11).
 * O Espírito Santo operou ativamente na encarnação de Jesus (cf. Lc 1.35; Mt 1.20). 
 * O Espírito Santo guardou, por meio de uma divina revelação, a vida de Jesus quando Herodes queria matá-lo (cf. Mt 2.12). 
 * O Espírito Santo revelou a Simeão que Jesus era o Messias (cf. Lc 2.25-29). 
 * O Espírito Santo revestiu Jesus com poder para que exercesse o seu ministério (cf. Lc 3.22), selando-o (cf. Jo 6.27) e ungindo-o (cf. Lc 4.18). Guiando-o (cf. Lc 4.14) e operou maravilhas e sinais por meio dele (cf. Lc 5.17; 6.19; Mt 12.28). 
 * O Espírito Santo operou na vida de Jesus uma renúncia total (cf. Hb 9.14), dando-lhe força para, voluntariamente, se oferecer em sacrifício (cf. Ef 5.2). 
 * O Espírito Santo operou na ressurreição e ascensão de Jesus (cf. Rm 8.11; Ef 1.20). 


A OBRA DO ESPÍRITO SANTO NO MUNDO 
Falando de pecado, justiça e juízo 


E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.
João 16:8 

PECADO
(Verso 9). Do pecado, porque não crêem em mim;. (literalmente errar o alvo). Pois o alvo da fé de todo homem deve ser Cristo Jesus e o cego (pecador) não enxerga a Jesus como o sacrifício perfeito que leva à redenção. O Espírito Santo fará com que o homem seja convencido dessa verdade. 
JUSTIÇA (o que é direito) Certo Gr. Dikaiosis. 
(verso 10). Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; Ele falava de sua morte. Lendo Isaías 53:5 podemos entender que um preço mais do que justo seria pago, trazendo justiça sobre os homens. Leia Romanos 5:12 
JUIZO (A pena infligida) Condenação 
(verso 11). E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. 
Quando aqueles que crucificaram Jesus viram que Deus não interferiu, imaginaram que o juízo de Deus fora pronunciado sobre Ele. Na verdade, outro estava sendo julgado ali, o próprio Satanás, o príncipe deste mundo. Satanás governa através do pecado e morte. O triunfo de Cristo sobre o pecado na cruz e sobre a morte na Ressurreição proclamou o momento em que Satanás fora julgado. A execução final do julgamento é apenas uma questão de tempo (ordem de prisão). 

O DISCÍPULOS ENTENDERAM? Não
Estas verdades foram entendidas imperfeitamente pelos discípulos, por isso, um maior esclarecimento lhes seria dado pelo ensino do próprio Consolador. Ele havia de guiá-los a toda a verdade (13).O Espírito não fala de si mesmo (cf. 5.19; 7.17 e segs.). Ele proclama e interpreta a significação de atos e acontecimentos que constituem a revelação final aos homens. Ele ensina na prática! 


Esta é parte da grande obra do Espírito Santo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O Novo Salário Mínimo


Desde o dia primeiro de janeiro está em vigor o novo salário mínimo, com um aumento de 9%. Sendo assim, ele passa de R$ 622 para R$ 678. O reajuste foi anunciado pelo governo na semana passada.

O valor do salário mínimo é calculado com base no percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado mais a reposição da inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Em 2011, a variação do PIB foi de 2,73%, e a inflação de 2012 medida pelo INPC, de 6,1%.

O Orçamento de 2013 – ainda não aprovado pelo Congresso – previa alta do mínimo para R$ 674,96. A proposta original do governo era de aumento de R$ 622 para R$ 670,95, mas o cálculo da inflação foi reajustado, e isso elevou o valor.


Fonte: G1

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ainda Que A Figueira Não Floresça

"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na
vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os
campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da
malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da
minha salvação" (Habacuque 3:17, 18).

No terceiro século, Cipriano, o Bispo de Cartago, escreveu
para seu amigo Donato: "O mundo é ruim, Donato, o mundo é
incrivelmente ruim. Mas, eu descobri, no meio dele, pessoas
boas e tranquilas que aprenderam o grande segredo de viver.
Eles encontraram alegria e sabedoria que torna a vida deles
mil vezes melhor que quaisquer dos prazeres de nossa vida
pecadora. Eles são menosprezados e perseguidos, mas eles não
se importam. Eles são senhores de suas almas. Eles venceram
o mundo. Estas pessoas, Donato, são os cristãos... e eu sou
um deles."

Cipriano tinha, como nós, prazer em dizer que era um
cristão. Ele descobriu em Cristo a bênção de uma vida cheia
de regozijo e felicidade. Mesmo que o mundo seja ruim, mesmo
que seja cheio de enganos e mentiras, mesmo que ele não
tenha nada de bom a oferecer, o cristão vive de maneira
tranquila, confiante que o fato de trazer Cristo no coração
fará toda a diferença e a sua alegria será total.

A vida do cristão é, verdadeiramente, muito melhor do que a
daqueles que caminham longe de Deus. Ele tem a proteção do
Senhor, tem os cuidados amorosos do Salvador, tem as
promessas de vitórias e sonhos realizados, tem a certeza de
que a morte não será o final de tudo, mas, o começo de uma
nova vida, eterna, nas moradas celestiais.

Em Cristo nos tornamos filhos de Deus e herdeiros de Seu
reino. Em Cristo somos novas criaturas, desfrutamos do amor
do Pai e temos o nosso nome escrito no Livro da Vida. Em
Cristo seremos sempre mais que vitoriosos.

Sim, ainda que não tenhamos tudo que desejamos e que a sorte
pareça se afastar de nós, sempre nos alegraremos no Senhor.
Ele é a nossa alegria... a nossa grande alegria!

Pr. Paulo Roberto Barbosa