segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O arranha céu chinês e a torre de Babel

Em novembro, a China anunciou que vai construir o edifício mais alto do mundo, próximo ao rio Xiangjiang, na cidade de Changsha, sudeste do país. O fato que repercutiu na mídia de todo o mundo foi o tempo prometido para a duração das obras: 90 dias.

Com 838 metros de altura, o arranha-céu terá estruturas pré-fabricadas que agilizarão a construção. De acordo com o site da revista inglesa The Economist, tais estruturas são como peças de "Lego". A velocidade média anunciada pela famosa construtora BSB (Broad Sustainable Building) é de nove andares por dia – dez vezes acima da média de evolução das construções de arranha-céus pelo mundo.

A Economist elaborou uma lista, na qual o Empire State Building, de Nova York, foi a obra erguida mais rapidamente - demorou cerca de um ano.

Sky City One - Changsha (China)

O prédio ainda será construído na China em 2013 e deverá estar pronto em apenas 90 dias, ou seja, alcançará um duplo recorde tanto na altura quanto na velocidade das obras. Altura: 838m  Andares: 220  Tempo de construção: 90 dias

Gênesis 11.1-9


O relato de Gênesis acima conta a história da famosa Torre de Babel, um arranha-céu dos tempos bíblicos que enaltecia o homem, e não a Deus.

A construção teria sido erguida em Babel, corte da Babilônia, região célebre pela fertilidade e pela localização estratégica. De tão alta, daria a impressão de tocar o céu, alcançando alturas até então nunca imaginadas por uma obra do homem. Como Gênesis mostra, Deus não achou correto o homem se unir em um grupo tão forte a ponto de se achar auto-suficiente. Fez cessar a construção do grande templo que o homem erguia para ele mesmo e espalhou a espécie humana pela terra, com línguas diferentes, para que não pudesse novamente se reunir para o intento.

Gênesis descreve a construção como uma cidade vertical e autossuficiente, um grande complexo cujo cimo colocaria seus habitantes em uma posição privilegiada, segundo seus próprios olhos.



Babel, extremamente rica e poderosa, era como uma Nova York ou Londres dos dias atuais: cidades importantes e influentes na conjuntura mundial. Portanto, compreensível a pretensão dos babilônicos em construir aquela que chamaram Etemenanki (“Fundação do Céu e da Terra”).

Torres no formato descrito eram comuns em Sinar – área que ficava onde hoje é o sul do Iraque. Eram os chamados zigurates: templos com grandes bases, em formato geralmente piramidal, tidos como escadas pelas quais os deuses desciam à Terra, ou o homem subia ao Céu. Em ilustrações sobre a Babilônia, é comum ver a torre em espiral ao longe.

Mais do que uma alegoria para explicar a diversidade de línguas e culturas do povo terrestre, o exemplo da Torre de Babel não se resume a uma tentativa material de o homem sentir-se poderoso, mas a uma tentativa espiritual de chegar aos Céus sem a tão necessária ajuda dEle, sem aceitá-lo como o verdadeiro Senhor de tudo o que existe.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Minha ex-igreja - CONSELHOS ÀQUELES QUE PENSAM EM MUDAR DE IGREJA

Um náufrago foi encontrado dez anos depois em uma pequena ilha. Quando o capitão do navio de resgate chegou lá notou que havia três cabanas de bambu cobertas com folhas de coqueiro. “Por que três cabanas? Você não ficou aqui sozinho por dez anos?”, perguntou o capitão. “Sim, fiquei”, respondeu o náufrago. E completou: “Aquela primeira cabana é a minha casa e aquela segunda é a minha igreja”. “E o que é aquela terceira cabana ali adiante?”, insistiu o capitão. O magro e barbudo homem, com olhar de desprezo respondeu: “É a minha ex-igreja”

Pois é, essa pequena e engraçada história nos faz pensar na enorme quantidade de pessoas que trocam de igreja como se estivessem trocando de roupa. Assusta-me o fato de que inúmeros cristãos mudem de igreja com tanta facilidade. Talvez isso se deva ao pluralismo eclesiástico de nosso tempo, onde se é possível encontrar uma variedade enorme de igrejas que anunciam o evangelho de Cristo segundo o gosto do freguês. Isto se vê nitidamente nas pregações temáticas com palestras para empresários, endividados, adoecidos na alma, escravizados e etc.

Infelizmente, já vi casos de irmãos que com menos de 05 anos de caminhada cristã já passaram pelo menos por cinco igrejas. O interessante é que boa parte destes crentes migradores, ao chegarem a sua nova comunidade o fazem cheios de murmurações e reclamações quanto às comunidades passadas. No entanto, bastam alguns poucos meses de relacionamento com seus novos irmãos, para descobrirem de que essa igreja não é tão ungida quanto se pensava, e que a igreja do lado tem mais propostas a oferecer do que todas as outras que já passou.

Os que se comportam desta forma justificam suas saídas para uma nova igreja usando desculpas das mais estapafúrdias possíveis. Para estes, o problema é sempre dos outros, além obviamente de justificar seu afastamento afirmando que o pastor é fraco, que a palavra não é ungida, que o louvor não tem poder e que os crentes são falsos e cheios de pecados.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Ainda que saibamos que algumas migrações eclesiásticas são absolutamente legitimas, temos que convir que boa parte destas não possuem o menor fundamento. O fato é que por vivermos em um tempo onde as relações são ralas e superficiais, as pessoas preferem voar como pássaros de igreja em igreja evitando relacionamentos mais íntimos e profundos do que serem confrontadas em seu modo errado de viver.

Isto posto, resolvi escrever algumas dicas àqueles que pensam em mudar de igreja:

Ore.
Analise os seus reais motivos.
O que será que está motivando a querer mudar de igreja?
Cuidado com as suas emoções.
Não é porque você se aborreceu com alguém que deve mudar de igreja. Aborrecimentos acontecerão em qualquer Comunidade cristã.
Avalie doutrinariamente a igreja que faz parte e a igreja que pretende ir. Lembre-se que igrejas saudáveis possuem um púlpito saudável.
A igreja que faz parte possui um governo despótico ditadorial onde o pastor é o ungido do Senhor e não pode ser questionado em absolutamente nada?
De que forma a igreja que faz parte lida com o dinheiro?
O que você espera de uma igreja?
A pregação de todo Conselho de Deus, que lhe confronte ajudando-o a crescer como cristão, ou a ministração de mensagens temáticas que lhe satisfaçam os desejos de uma vida próspera e abençoada?
A igreja que você é membro prega “novas” revelações doutrinárias?
Se o motivo for razões doutrinárias, esses motivos são realmente importantes?
Você se sente tolhido e vítima de abuso espiritual?
Converse com seu pastor abertamente sobre o seu desejo e peça conselhos.
Ouça pessoas mais maduras e permita o benefício da dúvida.
Não seja precipitado.
Lembre-se que a precipitação pode levá-lo a experimentar consequências desagradabilissimas.

Pense nisso!

***

sábado, 15 de dezembro de 2012

10 RAZÕES PARA CELEBRAR O NATAL DE CRISTO

1. O glorioso Natal do Senhor Jesus foi mencionado pelos profetas do Antigo Testamento, como Isaías (7.14; 9.6), Miqueias (5.2). Por que ignoraríamos um evento tão importante, profetizado, centenas de anos antes de acontecer?

2. O Natal de Cristo trouxe alegria ao mundo, e não tristeza! "eis aqui vos trago novas de grande alegria" (Lc 2.10). E nós, que somos salvos e conhecemos o verdadeiro significado do Natal, devemos nos alegrar com a lembrança desse glorioso acontecimento!

3. A celebração do nascimento de Jesus é incentivada pelo Novo Testamento. Lucas 2.13,14, Os exércitos celestiais já havia celebrado o Natal. os pastores de Belém visitaram o Menino e voltaram "glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto" (Lc 2.20). Os astrólogos também o adoraram e lhe ofertaram dádivas (Mt 2.1-16).

4. O Natal do Glorioso Jesus deve ser lembrado pois houve um propósito em seu nascimento: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lc 2.14). Ele veio ao mundo para trazer a paz (Jo 14.27) e o conhecimento da boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.1,2).

5. O Natal de Cristo é a celebração da encarnação do Verbo de Deus, "como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.14). Se Ele não tivesse nascido, não teríamos o conhecimento do glorioso plano salvífico de Deus e estaríamos todos perdidos.

6. O Deus de toda a graça nos deu o seu Filho Unigênito (Jo 3.16), o qual, também por amor, morreu pelos nossos pecados (Rm 5.8). Diante desses fatos, não há necessidade de mandamento específico para celebrarmos o Natal de Cristo, pois a nossa maior motivação para fazer isso é o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5.5).

7. Jesus veio ao mundo na "plenitude dos tempos", isto é, quando tudo estava preparado para uma propagação em massa do Evangelho (Gl 4.4). No século I, havia muitas estradas pavimentadas, conhecimentos amplos sobre navegação e uma língua falada em todo o Império Romano (o grego koiné). Além disso, o mundo estava em paz, imposta pelo imperador: a pax romana. Hoje, nós que temos melhores recursos tecnológicos do que os primeiros cristãos, não podemos deixar de anunciar que Cristo nasceu "para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (v.5), e salvar "o seu povo dos seus pecados" (Mt 1.21).

8. Todos os seus feitos devem ser celebrados pela Igreja, a começar pela sua encarnação (1 Tm 3.16). Já pensou se Cristo não tivesse nascido? Ele também não teria sido crucificado. E, se Ele não tivesse morrido sacrificialmente, também não teria ressuscitado (1 Co 15.3,4). Aproveitemos, pois, esse mês de dezembro, em que o mundo fala de Natal, sem conhecer o seu real sentido, para glorificarmos a Cristo, em público, por sua obra completa.

9. Celebrar o natal é confessar a Jesus diante dos homens. Sabemos que o espírito do Anticristo e o mistério da injustiça já operam no mundo (2 Ts 2.7). E, por isso, o movimento cristofóbico e anticristão cresce, não só nos países de maioria muçulmana. No Ocidente, homens desprovidos da graça do Senhor e de seu conhecimento estão querendo apagar o nome de Jesus da face da terra. E uma das maneiras de fazer isso é, sob a égide do Estado laico, proibir a celebração do Natal de Cristo. Sendo assim, o cristão que se preza não tem receio ou vergonha de celebrar o nascimento do Salvador em público, mediante cantatas, peças e mensagens pelas quais confessa que "Jesus Cristo veio em carne", ao contrário do espírito do Anticristo, que quer negar isso a todo custo (1 Jo 4.3).

10. O nascimento de Jesus é tão importante quanto a sua morte. A mensagem do Menino Jesus é tão importante, que no último livro da Bíblia (que prioriza as coisas futuras e a consumação de tudo) ela é mencionada: "E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono" (Ap 12.5). É claro que essa passagem é simbólica, e a mãe do Menino, aqui, alude a Israel, e não a Maria. Entretanto, trata-se de mais uma referência à gloriosa encarnação do Verbo, que deve ser celebrada e proclamada por todos os cristãos da face da terra.

CELEBREMOS A CRISTO NO SEU NATAL!


Escrito por Ciro Sanchez Zibordi (nascido em São Paulo em 16 de março de 1970) é editor, escritor e articulista, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil. É também pastor na Assembleia de Deus de Cordovil, na cidade do Rio de Janeiro-RJ. É pregador do evangelho, atendendo convites de todo o país para ministração da Palavra de Deus, principalmente, em Congressos de Jovens e em Escolas Bíblicas.
Eu já li um de seus livros e posso indicar a todos os leitores!

sábado, 8 de dezembro de 2012

Evangélicos votam contra suas lideranças!

Não adiantou as inúmeras reuniões e eventos organizados por líderes religiosos para mostrar seus apoios aos candidatos a prefeitos nas principais cidades do país, o resultado do segundo turno colocou em xeque a força do evangélico no país, pois em quatro capitais que tiveram segundo turno os candidatos a prefeito apoiados por igrejas evangélicas perderam com uma quantidade significativa de votos.

Em São Paulo, a maior cidade brasileira, o candidato eleito, Fernando Haddad (PT), não era bem visto pela grande maioria dos líderes evangélicos. Não só por ser o ex-ministro da Educação que tentou distribuir o chamado “kit gay” para crianças, mas por pertencer ao Partido dos Trabalhadores, que já mostrou possuir interesses que vão de encontro com as convicções religiosas.

Grandes igrejas evangélicas da capital apoiaram o candidato do PSDB, José Serra, que foi vencido por quase um milhão de votos. Haddad teve 55,57% dos votos válidos, enquanto o tucano teve 44,43%. Quase dois milhões de paulistanos se abstiveram de votar.

Na capital amazônica a candidata Vanessa Grazziontin (PCdoB) tinha apoio de dois dos maiores ministérios de Manaus: Igreja Assembleia de Deus e Ministério Internacional da Restauração. Todavia as tentativas de eleger a candidata comunista foram vencidas por Artur Neto (PSDB) que teve 65,95% dos votos dos eleitores da cidade. Grazziontin teve apenas 34,05% dos votos válidos.

Em Curitiba a situação não foi diferente. O candidato Ratinho Junior (PSC) teve apoio massivo dos evangélicos, mas nas urnas o resultado foi outro, já que o filho do apresentador Ratinho teve apenas 39,35% dos votos válidos e seu concorrente, Gustavo Fruet (PDT), venceu com 60,65%.

Em Salvador a Igreja Universal do Reino de Deus deu total apoio ao candidato Nelson Pelegrino(PT), chegando a indicar para seus fiéis que o número 13 do partido seria o “número de Jesus”. No final o candidato indicado pelo bispos da IURD perdeu por menos de 100 mil votos para ACM Neto (DEM). As apurações ficaram em 53,51% para ACM Neto e 46,49% para Pelegrino.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

‘Eu não disse que onde não tem dinheiro tem corrupção’



O presidente da Câmara de Caruaru, Lícius (PCdoB), enfrenta a pior crise desde que assumiu a cadeira na Casa Jornalista José Carlos Florêncio. Por ser o gestor da Casa, enfrenta a opinião pública com a defesa de um projeto antipopular, que pretende reajustar aos salários no Executivo e Legislativo. As campanhas nas redes sociais de espalharam e só um grupo contrário ao reajuste já conta com mais de mil integrantes. Para tentar minimizar a crise, o comunista usou a página do facebook e explicou as declarações da última terça.

Ele disse que os salários propostos são necessários e garantiu que a comparação entre salários baixos e corrupção está sendo levada ao pé da letra. “A Câmara passa por um novo momento de moralização e independência e tem que ter melhores salários. ‘Eu não disse que onde não tem dinheiro tem corrupção’. É preciso compreender bem e da melhor forma”, postou no face.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Como a mulher cristã deve se vestir?

Em 1 Timóteo 2.9,10 (NVI), Paulo declarou:

Quero que as mulheres se vistam modestamente, com decência e discrição, não se adornando com tranças e com ouro, nem com pérolas ou com roupas caras, mas com boas obras, como convém a mulheres que declaram adorar a Deus.

Pedro disse algo semelhante:

A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas. Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus.

1 Pedro 3.3,4 (NVI).

Os apóstolos Paulo e Pedro não afirmaram que é pecado vestir-se bem e usar joias. Eles apenas enfatizaram que a verdadeira beleza da mulher cristã é a interior. O cerne do que Paulo e Pedro ensinaram é: as mulheres cristãs devem vestir-se com modéstia, moderação, decência, sobriedade, ou seja, com trajes decentes e honrados, evitando modismos indecentes que as desqualifiquem como servas de Deus. Elas devem evitar a ostentação, o exagero, a falta de compostura e a sensualidade. Esse é um princípio que transcende as culturas e o tempo, portanto permanece até os nossos dias.

O modo de vestir-se tem a ver com questões socioculturais, mas não é uma condição para a salvação. Logo, não pode ser considerada doutrina bíblica. Costumes não são doutrinas.

As mulher e os homem para os quais Moisés ensinou as regras na Torá vestiam-se com roupões, túnicas longas. O homem não usava terno, e a mulher não tinha vestidos como os que conhecemos hoje. A diferença da roupa do homem para a da mulher muitas vezes era apenas uma questão de tamanho, cor e ornamentos. (Atente para as vestimentas usadas no Oriente Médio ainda hoje.) Logo, hoje em dia, não são as calças compridas que caracterizam as vestes masculinas. Existem calças para homens, e calças bem femininas, para as mulheres.
Além disso, é provável que, sabendo que o Senhor preza as diferenças entre o feminino e o masculino e o relacionamento heterossexual, mas que certas religiões pagãs antigas apregoavam o uso de roupas “unissex” e o homossexualismo, Moisés, orientado por Deus, para combater tal influência cultural pecaminosa, tenha ordenado:

Não haverá trajo de homem na mulher, e não vestirá o homem veste de mulher; porque qualquer que faz isto abominação é ao SENHOR, teu Deus.

Deuteronômio 22.5

Contudo, ainda na atualidade, há líderes religiosos que, desconsiderando as questões culturais nos textos do Antigo e do Novo Testamento, proíbem às mulheres o uso de brincos, de maquiagem, da calças compridas.

Não estou condenando os pastores que são mais rígidos quanto aos costumes, apenas esclarecendo as diferentes interpretações de textos considerados básicos para a permissão ou a proibição de calças compridas, brincos e maquiagem.

Às cristãs que congregam em igrejas mais tradicionais, recomendo que, mesmo tendo esse entendimento, abram mão das calças compridas, do brinco, da maquiagem, se isso ameaçar a comunhão que têm com seus líderes espirituais e irmãos em Cristo e para não provocar escândalos à fé de alguém.

Se não estiverem dispostas a obedecer ao seu pastor por amor à Palavra e à sua igreja (Hebreus 13.17), devem mudar com a sua família para uma denominação que não imponha certos costumes como doutrina.
Por: Pr. Silas Malafaia

Vale salientar que uma seva de Deus, se vestirá de modo a não provocar escândalo na sua congregação ou em qualquer lugar por onde passar!