terça-feira, 29 de novembro de 2011

Rede Globo pode ter programa gospel semanal

De acordo com o jornalista Ricardo Feltrin da Folha de São Paulo a Globo estuda a proposta de transformar o Festival Promessas em um programa semanal a partir de 2012, tudo vai depender se o especial de natal que irá ao ar no dia 18 de dezembro terá o ibope esperado.

O show será gravado no dia 10 no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, e deve reunir 200 mil pessoas. Entre os convidados para o evento estão David Sacer, Fernanda Brum, Fernandinho, Regis Danese, Damares, Ludmila, Pregador Luo, Eyshila e Ana Paula Valadão.

A ascensão da música gospel na emissora carioca pode ser um dos motivos pelos quais o bispo Edir Macedo, dono da Rede Record, estaria atacando os cantores evangélicos. No programa Domingo Espetacular do último domingo, 13 de novembro, a líder do Diante do Trono foi mostrada mais uma vez caindo na unção durante o Congresso de Louvor que aconteceu no começo deste ano.

A música gospel tem atraído novos interesses por alguns motivos, como cita o jornalista na coluna F5, um deles seria os altos ganhos da indústria fonográfica que neste ano movimento R$2 bilhões. Mas não é só isso, Feltrin também cita que a pirataria afeta 60% das vendas dos outros nichos do mercado, mas no gospel afeta apenas 15%. Enquanto o CD mais vendido de 2010, do cantor Luan Santana, vendeu 230 mil cópias, os quatro CD’s da coleção Promessas, lançados pela Som Livre, venderam 482 mil cópias.

Fonte: gospelprime

CAIO FÁBIO DE QUATRO


Caio Fabio é condenado a quatro anos de prisão pelo caso “Dossiê Cayman”

O Pastor Caio Fábio foi condenado pela Justiça Eleitoral a quatro anos de prisão pelo seu envolvimento no “dossiê Cayman”, que veio à tona durante as eleições presidenciais de 1998 numa tentativa de incriminação dos principais nomes do PSDB.

A investigação do dossiê Cayman contou com a participação da polícia federal norte-americana, o FBI. Até agora, o único condenado foi o Pastor Caio Fábio, que é acusado de ser o mentor do dossiê. Como os documentos foram considerados falsos pela Justiça, Caio foi condenado por crime de calúnia, com o agravante de ter envolvido o nome do Presidente da República à época, Fernando Henrique Cardoso.

Em sua versão, Caio Fábio nega que tenha elaborado o dossiê. A Juíza Léa Maria Barreiros Duarte afirmou na sentença, que o Pastor preparou todo o dossiê em Miami, com um grupo de empresários, na tentativa de vender as falsas denúncias aos adversários do PSDB.

Na matéria divulgada pela Folha hoje, há a informação de que no inquérito, foram colhidos os depoimentos de políticos como José Dirceu, Marta Suplicy, Benedita da Silva, Ciro Gomes, Paulo Maluf, Leonel Brizola, além do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos e do ex-presidente Lula.

Em seu depoimento, o ex-presidente Lula admitiu ter tido encontros com o Pastor Caio Fábio, para tratar do assunto. Á época, Lula solicitou que Márcio Thomas Bastos, seu advogado na ocasião, checasse os dados nos documentos, e ao constatar serem falsos, descartou a compra do dossiê.

Na época, o caso foi denunciado também pelo jornal Folha de S. Paulo, e trazia informações detalhadas sobre as acusações, que mencionavam depósitos de 368 milhões de dólares em contas ligadas aos políticos do PSDB. Esse dinheiro, supostamente seriam propinas recebidas através do processo de privatização do sistema de telecomunicações brasileiro.

Os principais acusados de corrupção no dossiê eram o então Governador de São Paulo, Mário Covas, o Presidente da República, FHC, o então ministro das Telecomunicações, Sérgio Motta, além de José Serra, que estava licenciado de seu cargo de Senador para ocupar a cadeira de Ministro da Saúde.

“Nunca vou mudar minha versão. Não tenho nada mais a falar do caso”. Com essa afirmação, Caio Fábio negou novamente o envolvimento no caso, garantindo estar tranquilo a respeito da condenação: “Tenho a consciência absolutamente tranquila. Não estou nem um pouco preocupado com isso”. Seu advogado, Edi Varela, entrou com recurso contra a condenação.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Novo “kit gay” é proposto pelo ministro da educação à presidente Dilma


O ministro da educação Fernando Haddad propôs a seis meses atrás o chamado “kit gay”, que foi vetado pela presidente Dilma, que o considerou inadequado. Agora ele volta com a proposta de um novo kit, que segundo o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) contaria, inclusive, com cotas para professores gays em concursos da rede pública de ensino.

Bolsonaro afirma, segundo o R7, que o kit que seria distribuído sem que a Câmara dos Deputados fosse chamada ao debate sobre a pertinência do material levaria cartilhas, cartazes e vídeos para 6.000 escolas do ensino público. O parlamentar afirma que o material apelidado por ele de “kit gay 2”, “é muito pior do que o primeiro”.

O parlamentar do PP carioca chegou a questionar a sexualidade da presidente Dilma na semana passada : “Se gosta de homossexual, assuma. Se o seu negócio é amor com homossexual, assuma, mas não deixe que essa covardia entre nas escolas do primeiro grau”, disse Bolsonaro ao falar do “kit gay”.

Diversas lideranças religiosas se colocam contra a distribuição do kit nas escolas, entre elas o Pastor Silas Malafaia, que pede para que os evangélicos façam uma acirrada campanha contra a candidatura de Haddad à prefeitura de São Paulo. Segundo Malafaia, o kit não é para proteger, e sim para se ensinar o homossexualismo.

Em sua possível saída para disputar a prefeitura de São Paulo, o ministro Haddad (autor da ideia do “kit gay”) pode ser substituído no ministério da educação por Marta Suplicy, que a algum tempo atrás foi manchete por sua polêmica frase “relaxa e goza” quando falava da crise aérea no Brasil.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Deputado Marco Feliciano discursa contra “conspiração” do Movimento LGBT e convoca lideranças cristãs para se “sacrificar pelas gerações futuras”

O Pastor e Deputado Marco Feliciano fez um discurso inflamado na tribuna da Câmara dos Deputados, contra o que chamou de “conspiração da militância LGBTT” contra a família.

No discurso, Feliciano convocou os deputados que fazem parte da Bancada Evangélica e os membros da Bancada Católica para se juntarem, superando as barreiras interdenominacionais, para fazer um sacrifício em prol dos valores cristãos, segundo informações disponibilizadas no site da Câmara dos Deputados.

“Sacrifiquem o conforto (pois falar deste assunto trás desconforto), sacrifiquem se preciso for, seus votos, e se preciso for, sacrifiquem até seus mandatos pelos nossos filhos e gerações futuras”, afirmou o Deputado.

Em seu discurso, Marco Feliciano se dirige aos membros do movimento LGBTT afirmando que são estrategistas: “Sou obrigado a tirar o chapéu pela estratégia, força e apoiamentos que possui e pelos respaldados diante das iniciativas baseadas nos altos ideais dos direitos humanos, não à violência e sim à cidadania e, por meio disso, conseguiu notoriedade, espaço privilegiado em relação ao Governo, aos intelectuais, artistas e mídia em geral”.

Em uma severa crítica ao poder judiciário, o Pastor condenou a atitude dos Ministros do Superior Tribunal Federal, que no entender dele, legislaram ao instituir a união estável entre pessoas do mesmo sexo, e citou o exemplo do Poder Judiciário francês, que optou por abster-se do debate e de decisões relativas ao assunto, declarando “que tal assunto era de competência do Parlamento, afinal o Parlamento foi eleito pelo povo e o povo é soberano”.

Marco Feliciano citou ainda todos os requerimentos que o movimento LGBTT fez através de seus representantes no Poder Legislativo, que incluem diversas cotas sociais, fiscalização da mídia e proibição de piadas contra homossexuais, classificação da Bíblia como conteúdo inadequado para as crianças, dentre outras.

Citando diversos líderes cristãos, reforçou seu pedido de união interdenominacional em torno da defesa “dos bons costumes”. “Fico Imaginando uma reunião com todos estes guerreiros, onde com uma visão, uma determinação, e liderança, poderemos resgatar as diretrizes do moral, do ético, dos bons costumes e mais, mostrar que pela Familia Brasileira quebramos as barreiras interdenominacionais. Estes homens e mulheres juntos, podem mobilizar 95% da população brasileira! Ainda da tempo. É possível!”, conclamou o Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano.

Confira a lista de líderes citados pelo Pastor durante o discurso:

Pr. José Wellington Bezerra da Costa, Presidente da CGADB;

Bispo Manoel Ferreira, Presidente da Assembléia de Deus de Madureira;

Pr. Dr. Samuel Ferreira, Presidente da AD Bras;

Pr. Dr. Abner Ferreira, Presidente da AD Madureira RJ;

Pr. Silas Malafaia, Presidente da AD Vitoria em Cristo;

Pr. Jabes de Alencar, Presidente do Conselho de Pastores de SP e AD Bom Retiro;

Pr. Samuel Camara, Lider da AD Belem e Presidente da Rede de Comunicação Boas Novas;

Missionário R. R. Soares, Lider da Igreja da Graça;

Apóstolo Valdemiro Santiago, Lider da Igreja Mundial do Poder de Deus;

Apóstolo Rene Terra Nova, ministério Internacional da Restauração;

Apóstola Valnice Milhomens, líder da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo;

Apóstolo Marcio Valadão, da Batista da Lagoinha;

Pr. Jorge Linhares, da Batista do Getsemani;

Pr. e Deputado Mario de Oliveira, Lider da Igreja do Evangelho Quadrangular;

Pr. Cesino Bernardino, presidente dos Gidões Missionários da Ultima Hora;

Pr. Reuel Bernardino, vice presidente dosGideões Missionários da Ultima Hora;

Apóstolo Estevam Hernandes e Bispa Sonia Hernandes da Igreja Renascer;

Bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra;

Pr. Fad Farad, Lider do Ministerio da Fé;

Apóstolo Ezequiel Teixeira, Lider da igreja de Vida Nova de Iraja;

Pr. Marcos Gregório, Lider do Ministério Apascentar;

Pr. Simonton, Lider da Comunidade Praia da Costa;

Apóstolo Cesar Augusto, da igreja Fonte da Vida;

Apóstolo Sinomar, Lider da Igreja luz para os povos;

Apóstolo Doriel, líder da Casa da Benção;

Pr. Aguiar Valvassoura, líder da Igreja do Nazareno;

Pr. Aloisio Silva, líder da Igreja Videira em Goiania;

Bispo Macedo, líder da Igreja Uiversal do Reino de Deus;

Pastores Custódio Rangel e Altomir, lideres da ADHONEP,

Bispo João Carlos Lopes – Presidente do Colégio Episcopal Metodista;

Rev. Obedis Ferreira da Cunha Jr. – Pr. Titular da Igr. Presbiteriana Nacional;

Rev. Roberto Brasileiro Silva – Pres. Da Igr. Presbiteriana do Brasil;

Pr. José Carlos da Silva – Pres. Da Convenção Batista Nacional;

Pr. Egon Kopereck – Pres. Da Igr. Evangélica Luterana do Brasil;

Pastores: Junior de Souza; Paulo Marcelo; Napoleão Falcão; Abilio Santana; Geziel Gomes; Adeildo Costa; Carvalho Junior; Aldery Nelson; Yossef Akiva; Gilmar Santos; Gilvan Rodrigues, pregadores das grandes massas e formadores de opinião;

a todos os conselhos de pastores do Brasil, bem como todas as denominações evangélicas, pentecostais, neo pentecostais, ortodoxos, carismáticos, históricos, todos os pastores e obreiros;

Rev. Adail Carvalho Sandoval, presidente Sociedade Biblica do Brasil;

Dom Raimundo Damasceno – Presidente da CNBB –Conferencia nacional dos Bispos do Brasil,

Dom Odilio Scherer, Arcebispo de São Paulo;

Pe. Jonas Abibe, Presidente da TV Canção Nova;

Conselho Episcopal da Igreja Católica e todas as suas circunscrições Eclesiasticas; seus bispos, cardeais, bispos, arcebispos, padres, presbíteros e diáconos e todos os religiosos e religiosas

FONTE: Gospel +

TVs católicas podem ser fechadas pelo governo federal

O governo federal do Brasil, atualmente controlado pelo Partido dos Trabalhadores pró-aborto, está tentando fechar a maior rede de TV católica do Brasil em evidente retaliação por remover apresentadores do PT ( http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2011/11/rede-de-tv-catolica-remove-apresentador.html ) da programação.
De acordo com ativistas pró-vida locais, a decisão de atacar a TV Canção Nova parece ser o episódio mais recente de um conflito em andamento entre o governo e a Igreja Católica do Brasil pelo fato de que a Igreja Católica rejeita as políticas pró-aborto e pró-homossexualismo do Partido dos Trabalhadores.
De acordo com os meios de comunicação locais, o Ministério Público Federal entrou com ação civil para revogar as licenças da TV Canção Nova e também da estação católica conhecida como TV Aparecida, pois sua documentação não seguiu os procedimentos adequados quando suas licenças foram concedidas em 1997 e 2001. O MPF nega que sua decisão tenha a ver com o conteúdo da programação das TVs.
Contudo, o ataque contra as estações ocorreu apenas dois diasdepois que a TV Canção Nova anunciou que estaria removendo um proeminente político do Partido dos Trabalhadores de sua programação depois de um protesto porparte de católicos por causa do apoio do PT ao aborto legalizado bem como às uniões civis homossexuais e a leis contra a “homofobia”.
Ativistas pró-vida do Brasil acreditam que a estação foi pressionada a aceitar os líderes do Partido dos Trabalhadores depois das calorosas disputas das eleições presidenciais de 2010. Dilma Rousseff, a candidata do Partido dos Trabalhadores, quase perdeu essas eleições devido às posturas polêmicas do PT, as quais foram publicamente denunciadas por bispos e padres católicos.
Um padre da TV Canção Nova denunciou o Partido dos Trabalhadores durante as eleições como pró-aborto, gayzista e marxista e disse que nunca votaria neles, provocando a fúria do PT.
Durante as eleições o governo confiscou materiais que mostravam para o público o ensino da Igreja Católica sobre o direito à vida, e de acordo com as reportagens ameaçou líderes católicos com o cancelamento do tratado do Brasil como Vaticano, o qual inclui verbas governamentais para as escolas. O confisco foi mais tarde julgado como ilegal por um tribunal do Brasil, embora as eleições já tivessem passado e Rousseff tivesse sido eleita.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Deputado gay Jean Willis afirma que cristãos fundamentalistas são “contra a dignidade humana e o esporte predileto é perseguir homossexuais”

Em um artigo publicado na revista Carta Capital, o deputado gay Jean Willis declarou que o Brasil está prestes a tornar-se uma “teocracia”, por iniciativa de projetos lançados pela bancada evangélica.

As principais críticas de Willis são direcionadas ao Deputado Federal João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados.

No texto, Jean Willis classifica Campos como fundamentalista e afirma que o líder dos evangélicos associou “malandramente” seu projeto de permitir que “associações religiosas” possam indicar quais projetos são ou não constitucionais e perseguir homossexuais e outras religiões. “Não é segredo para ninguém que o esporte predileto dos fundamentalistas cristãos é, depois da perseguição aos homossexuais, a demonização das religiões concorrentes”, dispara o ativista dos direitos homossexuais.

Referindo-se à bancada evangélica na Câmara como “minoria religiosa” da sociedade, Willis acredita que o projeto fere a Constituição Federal de 1988, pois se aprovado, faria o Brasil deixar de ser um país laico: “A ‘PEC da Teocracia’ viola cláusula pétrea dos direitos e garantias individuais. Ou seja, de acordo com a literalidade da Constituição Federal, qualquer proposta de emenda constitucional que tenda a esse tipo de violação não pode sequer ser apreciada”.

Jean Willis ainda afirma que o projeto do Deputado João Campos quer, na verdade, proporcionar privilégios às “igrejas cristãs”, e que a intenção é censurar os direitos à dignidade humana aos homossexuais. “Na prática, caso seja aprovada, a “PEC da Teocracia” servirá para que fundamentalistas cristãos como João Campos e quejandos tenham mais um instrumento para abortar leis ou atos normativos que estendam a cidadania a homossexuais ou procurem preservar sua dignidade humana”, escreveu Willis.

Deputado gay Jean Willis afirma que cristãos fundamentalistas são “contra a dignidade humana e o esporte predileto é perseguir homossexuais”

Em um artigo publicado na revista Carta Capital, o deputado gay Jean Willis declarou que o Brasil está prestes a tornar-se uma “teocracia”, por iniciativa de projetos lançados pela bancada evangélica.

As principais críticas de Willis são direcionadas ao Deputado Federal João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica na Câmara dos Deputados.

No texto, Jean Willis classifica Campos como fundamentalista e afirma que o líder dos evangélicos associou “malandramente” seu projeto de permitir que “associações religiosas” possam indicar quais projetos são ou não constitucionais e perseguir homossexuais e outras religiões. “Não é segredo para ninguém que o esporte predileto dos fundamentalistas cristãos é, depois da perseguição aos homossexuais, a demonização das religiões concorrentes”, dispara o ativista dos direitos homossexuais.

Referindo-se à bancada evangélica na Câmara como “minoria religiosa” da sociedade, Willis acredita que o projeto fere a Constituição Federal de 1988, pois se aprovado, faria o Brasil deixar de ser um país laico: “A ‘PEC da Teocracia’ viola cláusula pétrea dos direitos e garantias individuais. Ou seja, de acordo com a literalidade da Constituição Federal, qualquer proposta de emenda constitucional que tenda a esse tipo de violação não pode sequer ser apreciada”.

Jean Willis ainda afirma que o projeto do Deputado João Campos quer, na verdade, proporcionar privilégios às “igrejas cristãs”, e que a intenção é censurar os direitos à dignidade humana aos homossexuais. “Na prática, caso seja aprovada, a “PEC da Teocracia” servirá para que fundamentalistas cristãos como João Campos e quejandos tenham mais um instrumento para abortar leis ou atos normativos que estendam a cidadania a homossexuais ou procurem preservar sua dignidade humana”, escreveu Willis.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Após casamento gay ser reconhecido pela justiça, Senador Marcelo Crivella diz que o judiciário faz ativismo homossexual


O Senador e Bispo Marcelo Crivella criticou em discurso no plenário do Senado a decisão tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) de reconhecer o casamento civil homossexual.

A ação julgada pelo STJ foi movida por duas mulheres gaúchas que queriam o direito de se casarem em um cartório. Crivella lamentou a decisão, definindo a atitude tomada pelos ministros do STJ como “ativismo judiciário” e afirmou que o assunto é preocupante.

“Esse ativismo judiciário faz bem ao Brasil?” Com essa pergunta, o Senador mencionou ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia definido a união estável entre pessoas do mesmo sexo, mas sem reconhecer o casamento civil, e cobrou do STJ que respeitasse os limites impostos pela decisão anterior.

Crivella também manifestou temor, pois segundo ele, juízes e promotores estudam e trabalham para olhar para trás, baseando-se em decisões anteriores, enquanto que os políticos precisam sempre pensar no futuro, pois é prerrogativa do mandato: “Até mesmo pensando na próxima eleição”, afirmou.

Fonte: Gospel+