quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Alcoolismo e Hereditariedade

A questão da herdabilidade na dependência do álcool já foi objeto de estudo em diversas pesquisas. Análises realizadas com famílias encontraram evidências importantes sobre a interferência de fatores genéticos na transmissão da vulnerabilidade desse vício. Além dos genéticos, existem outros fatores que têm significativa influência no risco de desenvolvimento de um transtorno relacionado com o uso de álcool: idade, sexo, renda familiar, etnia, cultura, política do país em relação a consumo de bebidas e acesso a elas, ambiente familiar, entre outros.

Maior incidência no sexo masculino

De acordo com um artigo da Revista Brasileira de Psiquiatria, diversos estudos encontraram influências genéticas moderadas ou elevadas na dependência do álcool para o sexo masculino, com estimativas de herdabilidade que variaram de 40% a 60%. Para o sexo feminino, resultados mais controversos foram encontrados. Apesar de alguns estudos terem mostrado importante contribuição genética, esse achado não foi confirmado na pesquisa.

Gene do alcoolismo

Uma pesquisa publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences analisou a associação entre o genoma de 26.316 indivíduos, provenientes de 12 populações de descendência européia, e o consumo individual de álcool (gramas por dia e peso corporal). A mesma análise foi replicada em outros 21.607 consumidores de bebida alcoólica. Resultados apontaram que o gene AUTS2 esteve significativamente associado ao consumo da substância. Essa pesquisa pode ser bastante relevante do ponto de vista da prevenção do vício, que pode ser mais focada nos indivíduos com predisposição genética ao alcoolismo, como filhos de dependentes.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

“A Ressurreição” Filme aguarda apoio espiritual da comunidade Cristã.

O produtor de Hollywood, David Wood, quer realizar “A Ressurreição”, um filme contando a história da ressurreição de Cristo e para isso pretende obter financiamento e "apoio espiritual" junto à comunidade cristã.

Wood quer aproveitar o sucesso do longa-metragem “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson, e contar as últimas 12 horas históricas da vida de Cristo, fazendo referência à sua ressurreição e aos 40 dias que se seguiram, enfatizando os fatos marcantes da fé cristã.

O produtor falou ao Christian Post que “A Ressurreição” será uma produção única em muitos aspectos, e, diferentemente da produção de Mel Gibson, terá uma mensagem mais positiva.

"O verdadeiro poder do cristianismo é o Jesus ressuscitado", afirmou Wood."Mesmo que todos nós saibamos que Cristo morreu na cruz por nossos pecados, o verdadeiro poder vem da ressurreição, e é nele que os cristãos esperam. Essa é uma história sobre amor e esperança”, define.

Wood, que tem uma carreira de 30 anos na indústria cinematográfica, disse que Deus o tem guiado a buscar apoio e fundos entre os crentes antes mesmo que o elenco seja contratado e até a equipe técnica, incluindo roteiristas.


“Deus tem nos mostrado a andar na contra-mão do que é feito em Hollywood. Normalmente, o primeiro passo é levantar o dinheiro e investidores. Você tem um script. Você contrata todo mundo para entrar em produção. Depois vem o som e edição e depois disso há a comercialização, lançamento nos cinemas e DVDs e assim por diante” , explica o experiente produtor.

Com este intuito, o produtor acabou de participar da K.E.Y.S. (Kingdom Economic Yearly Summit), uma conferência que contou com a participação de líderes cristãos e profissionais de maketing.

De acordo com o site do projeto, os cristãos que quiserem participar devem se tornar “produtores espirituais”. Este é descrito com uma pessoa que daria sua contribuição de no mínimo US$ 25, com o compromisso de orar pelo projeto, espalhar as idéias sobre o filme via redes sociais e fazer grandes investimentos no projeto para obter retorno financeiro. Eles também poderão participar da fase de elaboração do roteiro, e escolha do elenco.

Wood explicou que está tentando realmente fazer cada etapa do filme com a direção de Deus, o que acredita ser a maneira certa de fazê-lo. Ele pretende realizar o marketing e a comercialização da produção por cerca de dois anos e depois produzi-lo e lançá-lo. “É uma nova maneira de fazer cinema”, ressaltou o produtor.

De acordo com o produtor, o lançamento será simultâneo em todo o mundo, mas ainda não tem data marcada para acontecer.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

“Tenho medo da bancada dita evangélica”.

A repórter Mônica Iozzi, do programa CQC, na Band, foi entrevistada por Michel Blanco no programa “Dois Chopes”, do Yahoo!

Durante sua entrevista, a repórter falou sobre sua atuação como correspondente do programa em Brasília, carreira profissional e planos futuros.

Questionada a respeito de quem teria medo, entre os políticos entrevistados por ela, Mônica Iozzi respondeu: “Tenho medo da bancada dita evangélica”.

Iozzi questiona a função dos deputados que integram a bancada, pois para ela, as bandeiras levantadas pelos parlamentares evangélicos não justificam seus cargos: “Qual é a função de uma bancada evangélica? A única coisa que os caras falam é: ‘Nós lutamos pela família, pela moral, pelos bons costumes’”, indaga.

A repórter fez ainda uma análise social em relação ao assunto e se mostrou contrariada com os fatos detectados por ela mesma: “Esses setores representam grande parte da população [...] Se a bancada evangélica cresce tanto, é porque muita gente vota. Tem uma grande parte da população que comunga desses ideais e isso é assustador”.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Irã, EUA e ONU já se manifestaram enquanto o mundo observa de perto a situação

Foi amplamente divulgado pela mídia que Israel concordou em adiar qualquer ataque contra o Irã até depois das eleições norte-americanas. Pouco mais de uma semana após a eleição, Israel iniciou o que chamou de “uma campanha de assassinatos dirigidos” contra líderes do Hamas.

As forças israelenses estão atacando e sendo atacadas pelos palestinos de Gaza pelo quinto dia consecutivo. O governo de Israel já anunciou que suas forças militares estão prontas para uma invasão por terra.

Segundo o site do jornal Haaretz, “Em 14 de novembro, o comandante militar do Hamas, Ahmed Jabari foi assassinado em um ataque de míssil israelense. Numa ironia amarga, poucas horas antes do ataque, o Hamas recebeu o projeto de proposta de um acordo de trégua permanente com Israel. Isso incluía mecanismos para a manutenção do cessar-fogo, no caso de um conflito entre Israel e as facções na Faixa de Gaza”.

O Ministro da Defesa de Israel, Ehud Barack, culpa a Palestina por ter cometido atos de agressão primeiro: “As provocações que sofremos e os foguetes lançados contra as colônias do sul de Israel nos obrigaram a tomar esta ação”.

Ao que parece, trata-se de uma operação de guerra planejada. O objetivo seria forçar os Estados Unidos e o Irã a se pronunciarem antes das eleições que ocorrerão em Israel daquia dois meses. Muitos comentaristas políticos acreditam que os ataques contra Gaza são uma manobra do primeiro-ministro israelita para vencer a reeleição. O jornal alemão Spiegel afirma que Netanyahu espera que a força ofensiva na Faixa de Gaza se converta em mais votos para seu partido, Likud.

Como era previsto, o presidente reeleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo que apoia totalmente o direito de Israel de se defender. Mas ele também pediu o fim dos ataques mútuos, para que o processo de paz pudesse avançar.

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que a guerra de Israel com os palestinos da Gaza é por sua sobrevivência e que o regime israelense sempre se pautou pela ocupação, pela guerra e pelo derramamento de sangue.

Segundo informou a agência oficial Irna, Ahmadinejad reuniu-se com o Gabinete do Governo do Irã e condenou oficialmente os “crimes contra a humanidade e de guerra” de Israel. Afirmou ainda saber que o Estado judeu “sonha em atacar também outros países da região”, em referência às ameaças de Tel Aviv de atacar o Irã visando parar seu programa nuclear.

Até hoje, a República Islâmica do Irã não reconhece o Estado de Israel e o considera seu maior inimigo, juntamente com os Estados Unidos. As autoridades de Teerã pediram nos últimos dias que diversas organizações internacionais intervenham para por um fim na ofensiva israelense.

Egito, Marrocos e outros países convocaram uma sessão de emergência do Conselho de Segurança da ONU. Foram reunidos às pressas os 15 membros do Conselho. O presidente do Conselho de Segurança, Hardeep Singh Puri, da Índia, disse que houve unanimidade e que todos concordam que é preciso fazer alguma coisa, mas não soube precisar o que será feito. O mesmo aconteceu antes em relação aos conflitos na Síria, sem resultado prático. O agravente é que, oficialmente, a Palestina não é um Estado independente, então não seria uma guerra entre duas nações, mas uma tentativa de Israel em acalmar as milícias que operam numa área ocupada dentro da nação judia.

Não está claro ainda se essa realmente é uma tentativa de Israel de arrastar o Irã para a guerra. É sabido, contudo, que o Irã apoia o Hamas. Provocando uma reação do Hamas na faixa de Gaza, poderia forçar uma reação do maior apoiador do grupo militar palestino, o Irã.
Por diversas vezes nos últimos meses, tanto Ahmadinejad como o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, qualificaram Israel de “tumor cancerígeno” que deve ser “extirpado”. Mas até agora não há evidências de que o governo iraniano tomará nenhuma iniciativa para defender os palestinos. Oficialmente, já morreram 69 palestinos e 3 israelenses. Com informações Huffington Post, There Al News e Agências.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Balanço sobre as eleições 2012; Pr. Silas Malafaia

Quero tecer alguns comentários que julgo importantes para analisarmos nestas eleições, o voto e o posicionamento dos evangélicos.

1- Mais uma vez fica provado que grande parte da imprensa quer nos alijar do processo eleitoral. Este é um joguinho medíocre e retrógrado de tentar nos alienar do processo social, dizendo que misturamos religião com política. É a coisa mais baixa e medíocre do jornalismo tendencioso. “Não adianta chorar”, nós vamos influenciar o processo político brasileiro, mesmo que os ímpios não gostem ou que evangélicos tenham preconceito. Fazemos isto porque estamos no Estado Democrático de Direito e somos cidadãos livres para expressar opiniões e votarmos em quem quisermos.

2- Depois desta eleição acredito que muitos líderes evangélicos vão ter cuidado ao manifestar sua opinião sobre questões políticas, não envolvendo o nome da igreja e sim suas convicções.

3- A partir desta eleição, os candidatos a cargos majoritários (prefeitos, governadores e presidentes) vão tomar muito cuidado ao fazerem leis para beneficiar o que os ativistas gays desejam, bem como materiais didáticos que vão contra os princípios da família tradicional.

4- Segundo o deputado ativista gay Jean Wyllys, a eleição de representantes da comunidade gay foi uma vergonha. Juntando todos os candidatos declaradamente gays no Brasil, não chegaram a 150 mil votos. Se eu não estiver enganado, só elegeram 1 vereador.

5- O povo evangélico no Brasil não se impressione porque em São Paulo foi eleito um candidato a prefeito, o Sr. Fernando Haddad, sendo tremendamente bombardeado principalmente por mim, por suas posturas que vão contra nossos princípios, porque o número de prefeitos eleitos neste país, decididamente com os votos evangélicos, desculpe-me a expressão popular: “arrebentou a boca do balão”. Fora isto, foram eleitos milhares de vereadores evangélicos, dezenas e dezenas de prefeitos evangélicos, sem contar o número gigante de candidatos evangélicos a vice-prefeito, foi um verdadeiro show! Vamos ver se a imprensa vai fazer um levantamento para confirmar o que estou falando.

6- Por bondade, graça e misericórdia de Deus, apoiamos 18 candidatos a vereador (segundo especialistas, a eleição política mais difícil é a de vereador), 16 foram eleitos, incluindo, entre eles, o irmão Alexandre Isquierdo, membro de nossa igreja, oitavo vereador mais votado no Rio de Janeiro. Ajudamos diretamente, com nosso apoio, 25 candidatos a prefeito: 18 venceram e 7 foram derrotados.

7- Não encaro eleição como um jogo de futebol, que alguém ganha ou perde, encaro sim como uma oportunidade de manifestar os princípios, crenças e valores que temos para fazer a diferença na sociedade. Por isso, a maior prova de que esta minha posição é correta, que mesmo eu apoiando candidatos que perdem a eleição, sou o líder evangélico mais requisitado e mais questionado pela imprensa. Tributo isto a Deus, mas é uma pergunta que eu faço para os que criticam a minha atuação: onde estãos os líderes que apoiaram quem venceu? Qual é o jornal que os citam? São chamados para dar entrevista aonde? São questionados por seus princípios quando?

Povo de Deus, vamos abrir os olhos, não vamos ser medíocres. Estamos aqui nesta terra para fazer a diferença em todos os níveis e setores da sociedade. Não vou me calar! Sempre me posicionarei! Nunca me calei diante dos desafios daqueles que querem nos calar ou minar a nossa fé. Pela graça e bondade de Deus, tenho enfrentado toda essa gente, sendo muitas vezes ameaçado, caluniado, difamado, processado, mas eles não vão me calar PORQUE MAIOR É O QUE ESTÁ CONOSCO DO QUE OS QUE ESTÃO COM ELES. SE NÓS NOS CALARMOS, OS DEPRAVADOS, ATEUS, HUMANISTAS, E ETC, VÃO DITAR AS NORMAS PARA A SOCIEDADE.

DEUS NÃO ME LEVANTOU PARA EU ME ESCONDER, MAS PARA ME POSICIONAR.

PS: Em tempo, quero dar os parabéns ao nosso irmão em cristo, Neilton Mulin, que foi eleito prefeito do segundo maior colégio eleitoral do Estado do Rio de Janeiro, que é a cidade de São Gonçalo, usando todo dia, desde o primeiro turno, no seu horário eleitoral, uma fala nossa.

Estavam contra ele: o governador do Estado, Sérgio Cabral, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, a presidente Dilma Rousseff, os senadores Lindbergh Farias e Marcelo Crivella, inclusive meu irmão, o deputado Samuel Malafaia, que não quis seguir minha orientação. Todos eles apareceram no programa eleitoral do candidato derrotado.

Parabéns, Mulin! A Deus seja a glória!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

NÃO TE IRRITES




1. NÃO TE IRRITES porque não te ouviram quando falaste.
2. NÃO TE IRRITES porque não creram quando pregaste.
3. NÃO TE IRRITES porque não te responderam, quando perguntaste.
4. NÃO TE IRRITES porque não corresponderam, quando amaste.
5. NÃO TE IRRITES porque te massacraram quando erraste.
6. NÃO TE IRRITES porque não te aplaudiram quando acertaste.
7. NÃO TE IRRITES porque te desprezaram quando cansaste.
8. NÃO TE IRRITES porque não te ajudaram quando a cruz levaste.
9. NÃO TE IRRITES porque não te deram um lenço quando choraste,
10. NÃO TE IRRITES porque assim aconteceu com Jesus Cristo, nosso Mestre, nosso Exemplo e nossa eternal inspiração. Com a diferença que Jesus jamais errou. ALELUIA.

Fonte: Pr. Geziel Gomes

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

“EU SOU”


     Jesus, que também era hebreu, utilizou para si o mesmo verbo com o qual Deus se manifestou em Ex 3,13-14. É importante analisar esta expressão no Evangelho de João. O evangelista conhece a fundo o AT, conhece a cultura e a religião hebraica. Por isso, neste Evangelho, é interessante ver como o verbo “ser” é muito freqüente. E nos interessa muito que em João por três vezes (número da unidade) Jesus utiliza para si a expressão “EU SOU” sem que tenha algum complemento (Jo 8,24.28; 8,58; 13,19).
     Outra constatação importante é que quando Jesus usa o complemento ao verbo, o faz por sete vezes. Ou seja por sete vezes (o número perfeito) Jesus diz o que Ele é! 


1) Eu sou o Pão da Vida (6,36.41.48.51);

2) Eu sou a Luz do mundo (8,12; 9,5);

3) Eu sou a Porta (Jo 10,7.9.11.14);

4) Eu sou o Bom Pastor (Jo 10,11.14);

5) Eu sou a Ressurreição e a Vida (Jo 11,25);

6) Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6);

7) Eu sou a Videira Verdadeira (15,1.5).