terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Diretora do Ibope, Márcia Cavallari, prevê “muitas surpresas e viradas de última hora” nas eleições municipais de outubro próximo

No Brasil já é tradição não haver duas eleições seguidas com as mesmas regras. A cada dois anos o TSE baixa uma ou mais resoluções disciplinando as normas do pleito. Devido ao arremedo de reforma política que o Congresso aprovou em 2015, a diretora do Ibope, Márcia Cavallari, prevê “muitas surpresas e viradas de última hora última” nas eleições deste ano. Primeiro, porque a campanha eleitoral terá duração de apenas 45 dias. Isso tende a favorecer os candidatos mais conhecidos, desfavorecendo, por motivos óbvios, aqueles que vão começar do zero. Segundo, porque o horário político do rádio e da TV terá duração de 35 dias, 10 a menos que no pleito anterior. Terceiro, haverá mais tempo para as inserções do que na campanha de 2014, o que pode tornar mais cara as campanhas eleitorais. Por último, pessoas jurídicas não podem fazer mais doações para candidatos, o que tornará essas eleições uma caixa de surpresa.

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